ADMINISTRAÇÃO: O GRANDE SEGREDO ESTÁ NO ÓBVIO

Administração: o grande segredo está no óbvio Entenda com Peter Drucker por que o caminho para os grandes resultados não está nas fórmulas complicadas, mas sim nas mais simples Para se conhecer a essência da Administração, nada melhor do que recorrer a Peter Drucker, considerado o guru dos gurus.

DEZ DICAS PARA SE DAR BEM NO AMBIENTE CORPORATIVO

Muitos profissionais não sabem agir em um ambiente corporativo. Para o sócio-fundador da Alliance Coaching, Pablo Aversa, transitar com eficácia e agilidade em uma empresa está diretamente ligada à capacidade de cada profissional em aceitar e assimilar as complexidades de cada empresa.

OS 7 ELEMENTOS QUE FORMAM UMA MARCA

Quando olhamos para um logo da Coca-Cola, do símbolo da Nike, do ícone do Android ou até mesmo para o boneco gordinho da Michelin, às vezes esquecemos que aquilo representa uma organização.

O QUE FAZER QUANDO SEU CHEFE TRABALHA AO LADO

Muitos escritórios abandonaram o formato tradicional de baias e sala do chefe em um canto afastado por uma área open office, que privilegia comunicação e contato entre os colegas.

7 CARACTERÍSTICAS DE PROFISSIONAIS INDISPENSÁVEIS

De acordo com especialistas, entregar resultados é essencial, mas não é tudo; veja o que também importa para ter uma carreira de sucesso. Profissionais com um currículo de tirar o fôlego e

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18 de julho de 2012

7 características de profissionais indispensáveis

De acordo com especialistas, entregar resultados é essencial, mas não é tudo; veja o que também importa para ter uma carreira de sucesso

Profissionais com um currículo de tirar o fôlego e com um histórico bom de entrega de resultados, como era de se esperar, sempre ficam na mira das empresas. Mas, de acordo com especialistas, para se tornar um profissional indispensável (daqueles que todo chefe adoraria ter na sua equipe ou colegas, na baia ao lado) é preciso mais. Confira o quê:

1 São proativos
“Esses profissionais, geralmente, se colocam em situações sem que sejam mandados”, afirma o psicanalista Luiz Fernando Garcia, autor do livro “Inconsciente na sua vida profissional” (Editora Gente). Ou em outros termos, ser proativo.
Agora, atenção, ser proativo não é sinônimo de ser workaholic. Profissionais indispensáveis, geralmente, têm uma percepção aguçada sobre o que precisa ser feito.
“Essas pessoas são comprometidas com o trabalho. Não no sentido de ser reativa. Elas fazem o que precisa ser feito, vão além e trazem outros com ela”, diz o antropólogo Luiz Marins, autor do livro “Tudo o que é fácil já foi feito” (Editora Saraiva).

2 Assumem riscos
Nessa toada, profissionais indispensáveis não se restringem à zona de conforto. Antes, volta e meia, ultrapassam os limites daquilo que lhes é confortável e assumem riscos.
Mas não é preciso estar na mesa de operações ou em posições estratégicas para vivenciar riscos. Basta se abrir para o novo e ultrapassar as próprios limites de si, rotineiramente.

3 Enxergam soluções
Independente do cargo que estão, profissionais indispensáveis são capazes de ligar os pontos, solucionar problemas e trazer novas propostas para a companhia. Geralmente, são pessoas criativas, que estão um passo à frente da maior parte da população. “Em média, bons gerentes, tem uma visão de até 3 anos, bons diretores, de até 10 anos. Agora, quem tem uma personalidade empreendedora, tem uma visão de longo prazo de 30 anos”, diz Garcia.

4 São “gente boa”

“Saímos da era da intrapessoalidade para uma época de interpessoalidade”, afirma Garcia. “As organizações estão atrás de pessoas que saibam pensar em conjunto”.

Isso significa que, dentro de qualquer companhia, ganha pontos quem não se enclausura dentro do próprio sucesso, mas que pensa no todo. Aquele que veste a camisa e valoriza, de fato, todas as pessoas.
Em termos práticos, segundo Garcia, as pessoas indispensáveis sabem dar feedback, transmitir conhecimentos e valorizar todos com quem trabalha.
Se não estão em cargos de liderança, geralmente, são capazes de gerar vínculos e contribuem para um ambiente corporativo amigável.

5 Levam outras pessoas junto
Essa capacidade de gerar vínculos, geralmente, é fundamental para que estes profissionais também sejam capazes de influenciar outros, sem manipulá-los. “Uma coisa são os engajados, outra, os ativamente engajados. Os últimos, além de proativos, engajam outras pessoas também”, explica Marins.
“Por exemplo, em todo processo de fusão são necessárias pessoas que tenham habilidade para gerar vínculos. Quem tem este potencial acaba se tornando um agente catalisador de mudanças”, diz Garcia.

6 Entregam resultados de qualidade
Resultados sempre falam mais alto. Mas, no contexto corporativo atual, o que leva a eles também conta. E muito. Se o profissional bate todas as metas, mas sob as penas de burlar leis, afugentar outros bons profissionais e cometer desvios éticos, provavelmente, não durará muito tempo. Porque, no longo prazo, o custo benefício deste tipo de combinação pode acabar no prejuízo.

7 Têm olhos que brilham
“Tem gente que não brilha por nada. Tem aquelas que os olhos só brilham quando se fala de salário ou férias”, diz Marins. “Agora, tem gente que brilha quando recebe um desafio novo, quando tem algo a aprender. São essas pessoas que eu contrato”.

Mas o que está por trás de olhos brilhantes diante de novos desafios profissionais? Paixão pelo que faz e ponto. A base de todos os outros atributos das pessoas insubstituíveis está em, realmente, gostar do trabalho que se exerce. Sem isso, fica difícil tomar iniciativa, assumir riscos, influenciar pessoas e contribuir para um ambiente motivador no trabalho.

Fonte: Exame.com 

O que fazer quando seu chefe trabalha ao lado


Muitos escritórios abandonaram o formato tradicional de baias e sala do chefe em um canto afastado por uma área open office, que privilegia comunicação e contato entre os colegas. Isso tem suas vantagens, mas pode gerar um desconforto, também.

“Sentar perto do meu chefe direto não tem tanto problema, mas eu também sentava muito perto do chefão da agência. Aí acaba sendo um pouco intimidador”, conta o publicitário Marcus Vinicius Pesavento. E ele não está sozinho na queixa.

Mas o que fazer quando parece que cada ligação sua e cada tela que você abre no computador estão sendo vigiadas pelo chefe? EXAME.com conversou com Roberto Picino, diretor da Page Personnel, para ouvir dicas de como lidar com a supervisão constante do chefe.

“Em primeiro lugar é preciso ter uma relação boa e transparente com o chefe, ter naturalidade”, explica Picino. Para ele, é importante compreender que essa situação de constrangimento é comum no começo da relação de trabalho: “É o começo de uma relação de confiança, quando você precisa mostrar credibilidade e compromisso”, diz.

Por isso, se o chefe está do lado, nada de redes sociais e páginas de piadas abertas, pelo menos até você mostrar que consegue cumprir seu trabalho e compreender melhor se esse tipo de atividade incomoda o chefe.

“As pessoas precisam de um ambiente em que possam trabalhar com tranquilidade. Se há algum incômodo com o chefe ou se ele te colocar em situação de constrangimento, você precisa dar um retorno disso para ele”, afirma Picino.

Para ele, o funcionário não pode, por exemplo, ter vergonha de falar com um cliente na frente do chefe – se isso acontecer, o jeito é chamar o chefe para conversar ou tentar estabelecer uma relação mais próxima, “trazê-lo para a zona de conforto”.

“Uma coisa você não pode fazer: expor o seu chefe. Se vocês estão na frente de todo o escritório, diante de algo que você não concorda é melhor chamá-lo para um momento individual e resolver quaisquer dúvidas ou discordâncias sem tornar a conversa pública”, diz Picino. De resto, completa o especialista: “As regras básicas de etiqueta valem até vocês dois se sentirem mais confortáveis um com o outro”.

Fonte: Info

12 de julho de 2012

Dez dicas para se dar bem no ambiente corporativo

Saber agir em um ambiente corporativo está ligado à capacidade de cada profissional em aceitar e assimilar as complexidades de cada empresa

Muitos profissionais não sabem agir em um ambiente corporativo. Para o sócio-fundador da Alliance Coaching, Pablo Aversa, transitar com eficácia e agilidade em uma empresa está diretamente ligada à capacidade de cada profissional em aceitar e assimilar as complexidades de cada empresa.

“Na maioria das organizações, o melhor caminho para chegar a algum lugar quase nunca é uma linha reta. Existe uma estrutura formal, aquela do organograma, na qual o caminho parece ser uma linha direta; e também a estrutura informal, na qual os caminhos se cruzam uma ou várias vezes. Considerando que as organizações são compostas por pessoas, elas tornam-se bem mais intricadas”, explica Aversa.

Aversa ainda ressalta que o ponto crucial para alcançar êxito ao transitar pela complexidade das organizações é aceitar e absorver as complicações das empresas, aprendendo a encontrar um caminho que leve à meta desejada no menor tempo e de uma forma mais símples possível.

Se você quer saber mais sobre como agir e transitar nas organizações corporativas, considere as dez dicas fundamentais para esse processo:

1. Faça uma avaliação em relação ao seu desempenho
Tente fazer uma avaliação mais honesta que puder sobre o motivo pelo qual não é suficientemente habilidoso ao realizar o trabalho de maneira suave e eficaz na organização. Peça feedback para pelo menos uma pessoa de cada grupo com o qual trabalha.

2. Dê uma sacudida nas velhas abordagens
O que está fazendo que aparentemente não está funcionando? Mude alguma coisa. Experimente fazer o que geralmente não faz. Observe o que os demais fazem que é bem mais eficiente comparativamente ao que você faz. Monitore o que funcionou e o que não funcionou.

3. Passe uma impressão positiva
O seu estilo pessoal pode estar atrapalhando. As pessoas deixam impressões diferentes. Quem passa uma impressão positiva consegue transitar mais na empresa que aqueles que deixam má impressão. De que lado você está? Não se esqueça de que impressões positivas incluem a habilidade de ouvir.

4. Seja imparcial
As relações que funcionam estão baseadas na imparcialidade e na consideração do impacto sobre os demais. Não se limite a fazer solicitações e perguntas, chegue também a um consenso sobre como pode ajudar, em vez de apenas pedir apoio. Você sabe o que a área com a qual você entrou em contato precisa para solucionar um problema ou obter uma informação? Como eles veem essa questão? É importante para eles? Como serão afetados pelo que você está fazendo? Se isso os impacta negativamente, você pode oferecer algo em troca?

5. Mapeie outras fontes de suporte
Às vezes, o problema está na avaliação das pessoas. Quem quer mesmo ajudar? Quem vai acabar atrapalhando? No fundo, o que eles querem? O que eles vão pedir em troca do apoio?

6. Considere a natureza da organização (e não se frustre)
O problema pode estar em subestimar a complexidade das organizações. Algumas pessoas sempre gostam de pensar que as coisas são mais simples do que realmente são. Apesar de ser possível que algumas empresas sejam simples, a maioria não é. Tenha sempre isso em mente.

7. Foque
Às vezes, a falta de organização é o que lhe causa problemas. Compreender como as organizações funcionam requer um pouco de disciplina. Você precisa enxergar além do que está na sua frente para realmente compreender o contexto.

8. Siga o fluxo 
Algumas pessoas sabem quais são os passos necessários para concretizar algo, mas não têm a paciência necessária para acompanhar o processo. Transitar pelo labirinto inclui parar de vez em quando e deixar que as coisas sigam seu próprio curso. Paciência e agilidade em aprender podem fazer uma grande diferença em sua estratégia.

9. Saiba esperar o inesperado
Se você geralmente perde a cabeça ou fica frustrado, pratique as respostas antes de o fato se consumar. Qual seria o pior dos cenários? O que faria se isso acontecesse? Não reaja, aprenda.

10. Identifique as principais funções e áreas da empresa em que trabalha
Como elas concretizam as ideias? Em quem confiam para fazê-las andar mais rápido pelo labirinto? Como você se compara a elas? Quais são as peças-chave que controlam o fluxo de recursos, dados e decisões? Quais são as peças-guia e orientadoras? Conheça cada uma delas mais a fundo. Quais são as principais antagonistas e quais são as peças-obstáculo? Tente evitá-las ou contorná-las. Afinal, nunca é tarde para se aprimorar no ambiente corporativo.

Fonte: Administradores.com.br

11 de julho de 2012

8 erros comuns no LinkedIn


São Paulo – A sua página no Linkedin é um currículo aberto para qualquer recrutador ver e analisar friamente. Como está na internet, quaisquer erros que estiverem por lá têm um enorme potencial de repercussão. E, acredite, algumas gafes são mais comuns do que parecem. Outras podem não ser tão óbvias, mas atrapalham o trabalho do recrutador e, consequentemente, sua possível contratação.



Sua foto é muito informal (ou inexistente)


Não ter uma foto como avatar de rede social, hoje em dia, é quase um sinal de que você não existe. Ok, talvez não seja para tanto, mas é um indicativo de que o profissional não sabe lidar com as novas tecnologias e redes sociais. Para ser bem claro: melhor não criar o perfil a criá-lo e deixá-lo incompleto.


Outro erro mais comum do que se imagina é o de profissionais que colocam fotos extremamente informais. Uma foto descontraída, dependendo do emprego e tipo de empresa em que você trabalha, pode passar. Uma foto que deixa ambíguo se você está sem camisa (fotos na praia ou fotos de rosto com a mulher usando um tomara-que-caia, por exemplo) e imagens suas com aquela cervejinha em mãos? Pode cortar.


Sua URL é a automática em vez de ser personalizada


Se o seu perfil no Facebook já pode ser acessado digitando www.facebook.com/nome-sobrenome (ou variações), então não há desculpas para o seu perfil profissional ser algo terrível de encontrar como www.linkedin.com/93052720358.


Nas configurações da conta já é possível criar uma URL personalizada (e mais memorável) para aquilo que será seu currículo online. Basta ir em editar seu perfil e já no quadro principal há a opção de editar seu perfil público. Nela, você pode escolher o endereço do seu perfil público.


Seu perfil está marcado como privado


De que adianta investir horas atualizando e preenchendo seu perfil se ele não está disponível em buscas? Entre as coisas que os recrutadores podem descobrir a seu respeito no Google, o ideal é que eles possam encontrar páginas criadas e organizadas por você exatamente para mostrar o melhor do seu lado profissional. Melhor do que só encontrarem sua página pessoal no Facebook.


Você está em um milhão de grupos – ou não está em nenhum


Grupos são um dos principais recursos de networking no site. Não pertencer a nenhum é perder a oportunidade de conhecer novos profissionais, debater e mostrar seus interesses. Estar em muitos, por sua vez, dá a impressão que você não participa de fato em nenhum.

Seu perfil não tem recomendações com conteúdo


Só ter recomendações não é o suficiente. Elas têm de vir de pessoas que tenham como escrever a respeito de você: chefes, colegas etc. As melhores recomendações são aquelas específicas, que citem um emprego ou um projeto e seu desempenho nele. Por isso, não adianta (além de ser quebra de etiqueta na rede social), enviar pedidos automáticos de recomendações para todos os seus contatos.


Seu perfil está com sumários muito longos – e na terceira pessoa


Sumário, por definição, não pode ser muito longo. Discorrer por caracteres e caracteres sem fim sobre suas experiências prévias tira a paciência de qualquer um. Inclusive do recrutador.

Outro hábito comum é o de descrever seu próprio histórico profissional na terceira pessoa. Se o perfil é no Linkedin, o recrutador sabe que foi você que criou e alimentou a página. Não há motivos para fingir o contrário.


Erros de português, inglês ou digitação


Pega mal no currículo impresso e também no Linkedin. Leia, releia, peça para algum amigo ler também e fique atento a quaisquer erros na sua página. Se você escolheu redigir em inglês, atenção redobrada. Nada pior do que escrever que tem inglês fluente e se contradizer com algum erro na página.


Mentiras e “meias verdades”


Inglês intermediário vira avançado, avançado vira fluente. Aquele curso de duas semanas na universidade no exterior descrito apenas como “curso de business em Londres” ou as aulas de especialização que acabam se tornando um mestrado. Essas meias verdades são facilmente descobertas, e podem acabar com a sua carreira.

Fonte: Info | Exame.com


22 de junho de 2012

O que os recrutadores podem descobrir sobre você na Web


São Paulo – Os limites e cuidados para não acabar com sua reputação nas redes sociais já foram mais do que alardeados. No dia a dia, vale lembrar que a vida digital não se resume ao que você posta ou vivencia no Facebook, LinkedIn, Twitter e afins. E isso se estende para questões de carreira também.


Embora as redes sociais sejam figuras carimbadas no processo de seleção, quase todos os recrutadores consultados por EXAME.com afirmam que uma busca no Google é indispensável para determinados cargos. “Eu deixo isso para os três finalistas em cargos de alta gestão”, conta João Marco, diretor-executivo da Michael Page.


E ele admite que informações encontradas no Google já ajudaram a mudar os rumos de um processo de seleção – como quando descobriu que um dos candidatos finalistas a um cargo executivo foi um dos pivôs de um escândalo financeiro numa antiga companhia.


Agora é fato que os dados coletados na internet não acabam com as chances de um candidato sozinhos. “É uma ferramenta e como tal faz apenas parte do processo. Não é o fim do processo”, afirma Paulo Weinberger, da 2GET.

Mas pode dar algumas pistas valiosas para os recrutadores. “A mentira sempre teve perna curta, mas hoje com o acesso a mais informações é desmascarada mais rápido”, diz o diretor da Michael Page.


1 - Contexto da sua experiência profissional

Quem não é prolixo e segue as regras para um currículo ideal lista apenas as empresas que trabalhou, o período, atribuições e resultados. Mas, em alguns casos, uma busca básica no Google pode revelar a situação da companhia no período que você trabalhou por lá. Dados que, dependendo do contexto, podem revelar muito sobre seu perfil profissional.

Por exemplo, se a pessoa trabalhava na área de logística da empresa, posso encontrar notícias que apontem problemas na cadeia de distribuição que geraram um prejuízo justamente na época em que o candidato atuava na companhia.

“Com base nessas informações, posso fazer um novo contato com ele para checar qual foi a participação dele, por exemplo”, diz o diretor da Michael Page. “Mas é preciso bom senso para avaliar a situação”.


2 - Referências mais “desbocadas”

É fato que quase ninguém colocaria na sua lista de referências alguém que pode criticar seu trabalho. Certo? Pois, alguns recrutadores conseguem descobrir na internet outros nomes capazes de avaliar seu perfil profissional, como ele realmente é.

“Se sentirmos que o contato não passa credibilidade, buscamos outro contato para verificar aquela informação”, afirma Leonardo Rebit, CEO da Curriculo Autêntico, empresa de auditoria de currículos.


3 - Seus hobbies e afinidades

Na equação final, descobrir quais fóruns você participa na internet ou encontrar seu nome no site de algum grupo específico, evidentemente, não será mais importante do que sua experiência ou formação. Mas pode revelar se seus valores, por exemplo, podem ser compatíveis com o da empresa.

As suas interações em ferramentas como o Yahoo! Respostas também podem revelar mais do que você imagina. “Há pessoas que vão à internet perguntar informações sobre doenças, por exemplo. Dependendo da periodicidade desta prática, é possível conhecer o histórico de saúde do candidato”, diz Rebit.


4 - Palestras, artigos e entrevistas

“No início de carreira, você encontra mais dados pessoais do profissional na internet. Mas conforme ele vai crescendo na carreira, isso começa a se inverter”, afirma Weinberger, da 2GET.

Isso significa que, dependendo da sua área de atuação e posição hierárquica, todas as palestras que participou, artigos que escreveu e entrevistas que deu podem aparecer no radar do recrutador. E podem contar ou subtrair pontos da visão que ele terá de você.


5 - Atos falhos

Inscrever seu currículo em diversas plataformas de recrutamento pode ser uma boa estratégia para ampliar suas chances. Mas, para os discípulos de Pinóquio de plantão, este pode ser o caminho para a própria cova.

“Se há discrepâncias entre estes currículos pode ser sinal de que há mentira ali”, diz Rebit, que criou um método próprio para se blindar contra mentirosos profissionais.

Fonte: Info | Exame.com


5 de junho de 2010

Administrando o futuro a partir do presente

Todos os dias acompanhamos nos meios de comunicação, notícias sobre a crise financeira mundial, e vemos empresas falindo, demitindo funcionários e com isso, cria-se um clima de preocupação em relação ao futuro dos países, das empresas e da população de modo geral, sem contar com o dos nossos filhos. E é comum ouvirmos pessoas reclamando dos governos, dos impostos que são altos demais, dos chefes, dos funcionários, do trânsito, do tempo, da vida...

19 de março de 2010

Felicidade no trabalho depende da postura do próprio profissional

Ao contrário do que muitos imaginam, a felicidade no trabalho depende mais da postura do próprio trabalhador do que do chefe, dos colegas ou do salário. Ao menos, esta é a opinião do psicólogo Willian Mac-Cormick Maron.

De acordo com ele, as pessoas precisam se sentir realizadas e completas, sem

9 de janeiro de 2010

Sem tempo para conciliar atividades? Veja dicas de como administrar seu tempo


Atualmente, nota-se que gerenciar o tempo é uma tarefa cada vez mais complicada devido, principalmente, a pressão no trabalho e diversas atividades diárias que muitos profissionais encontram.

É comum escutar a reclamação de muitos trabalhadores sobre a falta de tempo para conciliar o trabalho com a família e o lazer.

9 de novembro de 2009

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito: "Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

11 de abril de 2009

Glossário de administração

A

ACCOUNT EXECUTIVE - contato

AD LIB - do latim ‘à vontade’, sem referência no roteiro, improviso

ADVERTISING - propaganda

AGENT - agente, corretor

AID - auxiliar, elemento de auxílio

ASSEMBLING - concentração de recursos, concentração

AUTOMATIC SELLING - venda automática em varejo feita através de máquina



B


BACK LIGHT - contra luz, nome dado também a painéis luminosos feitos com lonas "Night end Day" (transparentes) que são iluminados por trás


BACKGROUND - experiência acumulada; em cinema e tv se refere a música ou ruídos ao fundo abreviada pela sigla BG


BANNER - bandeirola


BEHAVIOR - comportamento


BELLE ÉPOQUE - expressão francesa que se refere à época situada entre meados do século 19 e a I Guerra Mundial, na qual predominaram o colonialismo, a estabilização da economia, a revolução sexual (com alta dose de luxúria e erotismo)


BENCHMARKING - pesquisa de referências de excelência; copiar o que deu certo


BENDAY - retícula


BENEFITS - benefícios, vantagens


BILLING - faturamento


BIGCLOSE - plano muito próximo que mostra, por exemplo, somente a orelha do ator, dominando praticamente toda a tela


BLUECHIP - ação de alto valor


BLUE SHEET - requisição


BOARD OF DIRECTION - conselho diretor


BRAINSTORMING - técnica de criatividade utilizada com maior número de idéias possíveis no tempo mais rápido, criando soluções para determinados problemas


BOOM - é o período da vida econômica caracterizado por grande procura


BRANCH HOUSE - filial


BRANCH OFFICE - escritório regional


BRANCH STORE - loja filial


BRAND - marca, nome, sinal, símbolo e desenho que identificam um produto, logotipo


BRAND IMAGE - imagem de marca


BRAND LOYALTY - fidelidade de marca


BRAND PRODUCT - marca de produto


BREAK-EVEN - POINT - ponto de equilíbrio, ponto de partida, ponto de ruptura,
ponto crítico


BRIEFING - conjunto de instruções, diretrizes ou informações transmitidas, de
forma resumida e por escrito


BROADCAST - em distribuição significa o sistema aberto (horizontal e vertical)


BROADSIDE - impresso de propaganda utilizado como peça de lançamento de um produto ou de esclarecimento relativo a uma campanha. Destinado normalmente a vendedores ou
revendedores


BROKER - corretor


BUDGET - orçamento


BUYER - comprador


BUYER - SEHAVIOR - comportamento do comprador


BUYNG POWER - poder de compra


BUSINESS - negócios


B2B - ou seja, business to business, de negócio para negócio. Operação comercial realizada entre organizações.





C


CACHÊ - pagamento feito a um artista


CACHECT - pagamento feito a trabalhador avulso


CACO - gíria teatral, improviso com efeito cômico (ou gag)


CALHAU - anúncio que servem para preencher buracos na página, originado por falta de material, erro de calculo do diagramador ou sobra de espaço muito pequenos para outra matéria, podem também serem espaços permutados


CAR CARD - pequeno cartaz que se fixa no interior de veículos de transporte coletivos


CARRY-OVER - transporte


CASE - fato acontecido que serve para exemplo


CASH-AND-CARRY - pagamento na "boca-do-caixa" à vista


CASH-FLOW - fluxo de caixa


CEILING PRICE - preço teto


CEO (chief executive officer) - não se pode traduzir esta expressão da língua inglesa, que não apenas significa "presidente", como nem tem correspondente na hierarquia das organizações brasileiras. Nem por isso, deixa de ser uma expressão-chave, tanto para compreender o funcionamento das empresas estrangeiras (principalmente as norte-americanas) como para entender como diversas empresas tem uma pessoa no cargo de presidente e outra no cargo de CEO.


CHAIN STORE - cadeia de lojas especializadas


CHANNEL OF DISTRIBUTTION - canal de distribuição


CHARGE - cartum, crítica humorística em desenho


CHECK - controle


CHECK LIST - lista de conferência, lista de ordenação


CHECK OUT - caixa registradora de supermercado, balcão de controle


CIPA - (COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES) - Organismo criado dentro de uma empresa, por determinação legal, a fim de aplicar e fiscalizar o cumprimento das leis e normas inerentes à prevenção de acidentes de trabalho.


C.I.F. - (COST, INSURANCE AND FREIGTH) - custo, seguro e frete. Na importação de mercadorias, o preço cotado pelo vendedor estrangeiro inclui todos os gastos de qualquer espécie até o porto de destino


CLIPPING - recorte de jornal, ou conjunto de recortes recebidos por um interessado, através de serviço de apuração, seleção e coleção de noticiários, artigos, matérias, editoriais, etc


CLOSE-UP - tomada de imagem em primeiro plano


CLOSING DATE - data de encerramento, prazo final


COLIS POSTAUX - encomendas postais


COMISSION HOUSE - casa comissária


COMERCIAL ACTION - leilão comercial


COMMODITH EXCHANGE - associação comercial, bolsa de mercadorias


COMPANY - sociedade americana similar à sociedade anônima brasileira


COMPETITION - concorrência


CONSUMER - consumo


CONSUMER BEHAVIOS - comportamento de consumo


CONSUMER’S COOPERATIVE - cooperativa de consumidores


CONSUMER’S - GOODS - bens de consumo


CONTAINER - cofre/caixa de carga especial, geralmente de grandes dimensões, para transporte de mercadorias. Acoplável a plataforma de caminhão, trem ou navio.


CONTROLER - auditor


COOPERATIVE MARKETING - comércio cooperativo


CONVENIENCE GOODS - bens de conveniência


COPIDESCAR - revisar um texto, melhorando a redação final, eliminando elementos supérfluos.


COPY - texto


COPY DESK - adaptador de textos (a um gabarito)


COPY WRITER - redator


COPYRIGHT - direito de cópia ou direito de reprodução, direito de propriedade
intelectual que tem um autor de uma obra literária


CORPORATION - corporação, conglomerado de empresas com características peculiares
e de âmbito multinacional


COUNTER CAR - pequeno cartaz para ser colocado sobre balcão


CREDIT - crédito


CLUSTER ANALYSIS - agrupamento de variáveis de características semelhantes.


CUSTO POR MIL - em publicidade, define a medida-padrão na relação entre o custo da mídia e a audiência, calculado pela divisão do preço de uma inserção pelo total do público-alvo expresso em milhares (de lares ou pessoas).


D


DAY GLO - tinta luminosa


DEAD LINE - prazo final


DEADLER - revendedor, varejista, concessionário


DELIVER ORDER - ordem para despacho de mercadorias contidas no documento


DEMAND - demanda


DEPARTAMENT STORE - loja de departamentos


DEVELOPMENT - desenvolvimento


DIRECT MAIL - mala direta


DIRECT SELLING - venda direta


DISCOUNT HOUSE - loja de descontos


DISCRETIONARY FUND - fundo discricionário


DISCRETIONARY INCOME - renda discricionária


DISCUSSION INTERVIEW - pesquisa exploratória de profundidade


DISPLAY - material de ponto de venda para exibir produtos. Pode ser: COUNTER (de balcão); FLOOR (de assoalho); WALL (de parede); DISPENSER (de prateleira) e MASS (de grande quantidade de produto)


DISPOSABLE INCOME - renda disponível


DISTRIBUTION - distribuição


DISTRIBUTOR - distribuidor, atacadista


DOOR-TO-DOOR - porta em porta


DOWNSIZING - ‘‘encolhimento’’, redução das atividades de uma empresa ou operação; redução de escala operacional ou administrativa.


DRIVE - esforço, energia, iniciativa, , garra


DRIVE IN - ponto de venda em que os consumidores adquirem produtos ou serviços dentro de um automóvel, sem sair dele


DRUGSTORE - loja de varejo cujo comércio básico é o de drogas mas que possui departamentos ou seções que vendem mercadorias agregadas.


DUMPING - domínio de mercado através de política de preço, prática desleal preços seriam inferiores ao custo


DUTY-FREE - estabelecimentos comerciais instalados em aeroportos internacionais que
vendem produtos estrangeiros com isenção de taxas alfandegárias (zona franca/ free-shops)





E


ENDOMARKETING - a filosofia do marketing aplicada dentro da organização, recursos humanos e marketing de mãos dadas, o marketing voltado para dentro


EMPOWERMENT - processo de repartir poder com os empregados, aumentando desse modo sua confiança em suas habilidades para desempenhar seus cargos e sua crença que são contribuintes influentes para a organização


ENVIROMMENT - meio ambiente


EQUIPMENT - equipamento


EXCLUSIVE OUTLER SELLING - venda exclusiva





F


FRABRICANTING MATERIAIS - produtos semi-acabados


FADS - produto de rápida aceitação no mercado e de rápido desaparecimento


FAER - feira


FAIR PRICE - preço justo


FAIR TRADE - preço obrigatório, venda a varejo, preço fixo


F.A.S. - (FREE ALONGSIDE STEAMER - livre ao costado do navio). O costado do navio é o ponto de destino e a partir dali todas as despesas posteriores e também todos os riscos correm por conta do comprador.


FEE - taxa de serviço


FEED BACK - retroinformação, realimentação e de informações


FEELING - capacidade de assimilar, sensibilidade, sentimento


FIELD - campo


F.O.B - (FREE ON BOARD - livre a bordo) - sistema de cotação de preço em que o comprador se responsabiliza pelo pagamento dos custos de transporte


FOLDER - peça promocional em papel dobrável


FOLLOW UP - acompanhamento


FORECASTING - previsão


FRAME - em cinema ou tv: área total limitada pela câmara, quadro


FRANCHISE - franquia


FREE LANCER - trabalhador autônomo





G


GATE FOLDER - encarte dobrável, de várias páginas, para revista


GENERAL STORE - loja de secos e molhados, sem departamentos


GESTALT - teoria psicológica que procura estabelecer o conhecimento integrado e global de uma percepção


GIMMICK - ponto de atração de um anúncio diferencial


GOOD - bom


GRADING - fixação de padrão de qualidade de uma mercadoria - classificação


GROSS BILLING - faturamento bruto





H


HANDICAP - desvantagem, imposição, a um opositor


HARDWARE - maquinaria pesada


HEADLINE - título


HEAVY USERS - grupo de consumidores de determinado bem


HEDGING - sistema de reguarda em transações a termo


HOLDING - empresa sem nenhuma atividade comercial direta e cujo patrimônio está investido em ações ou quotas de outras sociedades


HOUSE ORGAN - orgão (revista ou jornal) interno de empresa




I


IN DOOR - interno, cartaz de propaganda para uso em interiores


INDEPENDENTE STORE - loja independente


INDUSTRIAL GOOD - bem industrial, bem de produção


INDUSTRIAL STORE - cantina ou loja dentro de uma indústria


IN GROUP - dentro do grupo, integrado no grupo


INPUT - entrada, insumo


INSIGHT - compreensão do relacionamento dos meios com os fins, estalo


INSURANCE - garantia, aval


INVENTORY CONTROL - controle de estoque





J


JINGLE - propaganda gravada, contendo música e texto, destinada a veiculação radiofônica


JOBBER - atacadista, distribuidor


JOB DESCRIPTION - descrição de tarefa ou de trabalho


JOINT VENTURE - subsidiária compartilhada por duas ou mais empresas, tanto local quanto
internacionalmente


JOINT VENTURE - fusão entre empresas ativas


JUST IN TIME (JIT) - sistema que requer sublinhas e componentes para serem fabricados em lotes muito pequenos e entregues ao estágio seguinte do processo produtivo exatamente nas condições necessárias





K


KNOW HOW - acerto de conhecimentos, experiências acumuladas, conjunto de habilidades





L


LAYOUT - esboço de anúncio


LEAD - parágrafo inicial de uma notícia que resume o fato principal


LEARNING ORGANIZATION - organização "apendente", a organização que está sempre aprendendo


LEASING - cessão de mercadorias através de um sistema de locação, em que o locatário tem opção de compra


LAGHT USERS - consumidores esporádicos


LINK - ligação


LINE - linha, posição que atua de forma executiva


LIVE AND LET LIVE - técnica de formular preços tomando por base os custos mais altos do ramo


LOSS LEADER - produto de combate


LOGOMARCA - ou apenas marca, símbolo visual, figurativo ou emblemático identificador de uma empresa


LOGOTIPO - símbolo constituído por palavras ou grupo de letras, que identifica visualmente uma empresa





M


MAGAZINE - loja onde se vende vários artigos e mercadorias


MALLING LIST - relação de nomes para mala direta


MAID ORDER - reembolso postal


MAIL ORDER HOUSE - empresa especializada em venda pelo correio


MAKING OF - registro em vídeo ou em película, de um produto audiovisual, ou seja, documentário daquilo que acontece nos bastidores de uma produção. A câmara atrás da câmara (truques, erros etc..)


MANAGEMENT - administração


MANCHETE - título em destaque, título principal numa edição de jornal


MANUFACTURE AGENT - são agentes que trabalham determinados produtos de um fabricante, representando várias indústrias não concorrentes


MANUFACTURE’S STORE - loja de fabricantes


MARK DOWN - é o processo de marcação de preços com margem inferior ou sem margem para atingir mais penetração no mercado


MARKET - mercado


MARKET ANALYSIS - análise de mercado


MARKET POTENCIAL - mercado potencial, mercado global


MARKET SEGMENTATION - segmentação de mercado


MARKET SHARE - participação no mercado, potencial de vendas


MARKETING - comercialização, mercadologia, mercadização, mercadagem - "execução das atividades de negócios que encaminham o fluxo de mercadorias e serviços partindo do produtor até os consumidores finais". (A.M.A.)


MARKETING BUDGEST - orçamento mercadológico


MARKETING COOPERATIVO - comercialização cooperativa


MARKETING FUNCTION - função mercadológica. "Atividade única e importante, inerente
ao processo de comercialização". (A.M.A.)


MARKETING MANAGEMENT - administração mercadológica


MARKETING MIX - composto mercadológico


MARKETING PLAN - plano mercadológico


MARKETING PLANNING - planejamento mercadológico


MARKETING POLICY - política ou diretriz mercadológica


MARKETING RESEARCH - pesquisa de mercado, pesquisa mercadológica


MARKUP - margem bruta, e o processo para adicionar uma margem aplicada ao custo-base
para determinação de preço


MASS COMUNICATION - comunicação de massa


MERCHANDISING - "operação de planejamento necessária para se por no mercado o produto (ou serviço) certo, no lugar certo, no tempo certo, em quantidades certas e a preço certo". (A.M.A.) "Apoio logístico às operações de Marketing".


MERCHANT - comerciante


MIDLEMAN - intermediário, agente


MIDIA - meio ou veículo de propaganda


MISSIONARY SALESMAN - vendedor missionário, propagandista


MIX - composto


MOBILE - display pendente


MOTIVATION RESERCH - pesquisa motivacional





N


NATIONAL BRAND - marca nacional


NEED - necessidade


NEW PRODUCT - produto novo





O


O & M - Organização e Métodos


OFFSET - processo de impressão em que o texto e as ilustrações são produzidas numa
única chapa


ON-LINE - ‘‘em linha’’, em informática dispositivos periféricos que estão sob controle direto de uma unidade central de processamento ou em comunicação com ela.


ONE-SHOT - peças de propaganda veiculadas só uma vez, devem ser concebidas para gerar grande impacto.


OPEN MARKET - mercado aberto, faculdade livre exercício de mercado, geralmente concedida a instituições financeiras


ORDER CALL RATIO - número de pedidos obtidos por visitas


OUTDOOR - fora da porta, propaganda ao ar livre, cartaz de propaganda para uso externo


OUT GROUP - fora do grupo, não integrado no grupo


OUTPUT - saída, resultado


OVERHEAD - diferencial entre o preço e o custo; despesas gerais


OVER LAPPING - sobreposição





P


PACKAGING - embalagem


PAST-UP - aportuguesando - peistape - equivalendo a montagem, processo de preparar uma página, livro, anúncio ou qualquer trabalho gráfico destinado à impressão


PAYOFF - medidas quantitativas de resultados


PERMUTA - negociação de espaço ou de tempo de um veículo (midia), em troca de produtos ou serviços do anunciante


PERSONAL SELLING - venda pessoal


PHYSICAL DISTRIBUTION - distribuição física


PLACE - distribuição


PLUS - algo mais diferenciador


POOL - reunião de serviços ou empresas


PORTIFOLIO - álbum de apresentação dos produtos ou serviços de uma empresa a seus clientes


PREFERENCE GOOD - bem preferencial


PRESELLING - venda antecipada


PRESS RELEASE - notícia distribuída para divulgação graciosa


PRICE CUTING - corte de preço


PRICE LEADER - líder de preço


PRICING - determinação de preço, tomada de preço


PRIVATE BRAND - marca privada ou particular


PRODUCT LIFE CYCLE - ciclo de vida do produto


PRODUCT LINE - linha de produtos


PRODUCT MIX - composto de produtos


PRODUCT PRESTIOLIO - carteira de produtos


PROPAGANDA - comunicação comercial paga, de caráter persuasivo, em massa, que se manifesta através de diversas formas nas quais quem anuncia se identifica na mensagem; é realizada nas várias midias existentes


PROPAGANDA SUBLIMINAR- método proibido de se promover um produto, pois se utiliza de processos subconscientes


PROFIT - lucro


PURCHASE - compra


PURCHASING POWER - poder de compra, poder de barganha, poder aquisitivo


PROSPECT - provável consumidor


PUBLIC RELATIONS - relações públicas


PULL - estratégia de puxar os consumidores finais para os pontos de venda para que eles adquiram determinados produtos, através de propaganda e promoção de vendas agressivas


PUSH - estratégia de pressionar os atacadistas e distribuidores através de vendedores e de promoções, a fim de levá-los a empurrar as mercadorias aos consumidores finais





Q


Q.P. - quadro parado, em cinema ou tv cena sem movimento


Q.I. - quociente de inteligência


Q.E. - quociente emocional





R


RACK JOBBER - atacadista que vende direto ao consumidor final, utilizando pontos de vendas de terceiros, através de exibidores (ou máquinas) próprios; atacadista por consignação


REAL TIME - tempo real


RANDOM - aleatório


RECALL - memória, recordação, teste de pesquisa de mercado baseada na recordação espontânea de uma mensagem publicitária, serve para medir sua eficácia


RELIABILITY - margem de segurança, em pesquisa de mercado


RELEASE - texto informativo distribuído à imprensa para ser divulgado entre o noticiário


RENTAL - aluguel


REPLAY - repetição


REPRINT - reprodução


RESALE PRICE MANTENANCE - obrigação de manter o preço de revenda


RESEARCH - pesquisa


RESIDENT BUYER - comprador local


RETAIL - varejo


RETAIL STORE - loja de varejo


RETAILER - varejista


RETAILING - ação de varejo


RIGHTSIZING - esforço bem-sucedido para alcançar porte apropriado, em que a empresa opera mais eficazmente


R.O.I. - taxa de retorno sobre investimento


ROLE PLAYING - dramatização, vivenciamento de papéis


ROUGH - rascunho


ROYALTIES - o que se paga por uso de um prestígio/marca/técnica já conquistado por outro





S


SALES - vendas


SALES AIDS - materiais acessórios de vendas


SALES ANALYSIS - análise de vendas


SALES BUDGET - orçamento de vendas


SALES FORECAST - previsão de vendas


SALES MANAGEMENT - administração de vendas


SALESMAN - vendedor, viajante, representante


SALES PLANNING - planejamento de vendas


SALES POTENCIAL - potencial de vendas


SALES KIT - kit de vendas


SALES TESTING - pesquisa de vendas


SALESWONAN - vendedora


SCRIPT - parte escrita de um programa de rádio ou tv


SELECTIVE SELLING - venda seletiva


SELF SELECTION - auto-seleção


SELF SERVICE - auto-serviço


SELLING - ação de vender, venda


SELLING AGENT - agente de venda representante comissionado


SERVICES - serviços


SHARE OF MARKET - quotas de mercado


SHARE OF MIND - parcela de lembrança que uma pessoa guarda de certo produto ao
receber um estímulo de compra


SHEDULE - calendário de publicação de anúncios, inventário


SHOPPING CENTER - conjunto planejado de lojas de varejo, construído, operado e controlado de forma adequar e facilitar as compras; centro comercial


SHOPPING GOODS - bens de compra comparada


SKIM THE KARKET - desnatar o mercado. Técnica de lançar um produto a preço alto e quando ele deixa de ser novidade, diminuir a nível mais popular


SLIDE - fotografia para projeção parada


SLOGAN - frase curta, de efeito, de fácil memorização, que identifica ao produto anunciado


SOFTWARE - tecnologia, conjunto de programas que orienta os sistemas de controle


SKUNKWORK - equipe de projeto que consiste de oito a dez pessoas designadas a produzir um produto novo ou inovador


SPECIALITY GOODS - bens de especialidade


SPECIALITY STORE - loja de especialidade


SPOT - anúncio gravado, só texto, sem parte musical


STAFF - assessoria


STAND - peça de metal ou madeira que serve como expositor


STANDARD - padrão


STANDARD OF LIFE - padrão de vida


STATUS - posição social


SOTCK CONTROL - controle de estoque


STORAGE - armazenagem


STORE AUDIT - auditoria de varejo


STORY BORD - roteiro de filme contado através de vários desenhos (quadros) que descrevem as cenas ou tomadas principais


SURVEY - investigação superficial do mercado


SUPERMARKET - supermercado


SUPERCLOSE - plano muito próximo que mostra, por exemplo, somente a cabeça do ator, dominando praticamente toda a tela


SUSTAINED GROWTH - expansão econômica de forma constante


SYNECTICS - associação de idéias aparentemente irrelevantes





T


TABLE TOP - comercial filmado para televisão ou cinema, sem animação


TAILOR MADE - feito sobre medida


TAKE-OFF - decolagem


TARGET - alvo


TARGET MARKETING - objetivo mercadológico


TASK - missão, ocupação


TAX - imposto, taxa


TEASER - anúncio sem identificação de produto para provocar curiosidade


TIMING - tempo, duração de tempo, planejamento de tempo


TRADE MARK - marca registrada


TRADING - comércio


TRADING AREA - área de comércio


TRADING COMPANY - empresa especializada em comércio exterior ocupando-se da importação e exportação


TRADING DOWN - técnica mercadológica que consiste no colocação de variedades de preços mais baixos visando capitalizar conceito de um produto mais caro


TRADING UP - técnica mercadológica para aumentar o prestígio de um produto


TRAINEE - treinamento (a pessoa que está recebendo treinamento)


TRAVELLING - deslocamento da câmara durante uma tomada, com o equipamento posicionado sobre um carrinho apropriado para tal finalidade, chamado DOLLY, ou sobre um veículo similar. obs. o termo é usado também, por profissionais e leigos, para designar a plataforma com rodas que se desloca sobre trilhos.


TROUGH OUT - através, processamento dentro da empresa


TRUST - controle de mercado


TURNOVER - rotação de pessoal





U


ULTIMATE CONSUMER - consumidor final





V


VALOR-NOTÍCIA - um acontecimento se mede por seu valor-notícia, se desperta ou não o interesse do grande público, o jornalista vai ou não publicar


VALUE ANDEY BY MARKETING - valor adicionado


VALUE ASSED BY MARKETING - valor acrescido pelo marketing


VARIETY STORE - loja de variedades, bazar


VINHETA - cena isolada de um filme ou uma animação com o nome (marca) ou a embalagem do produto, de curta duração, aproximadamente 5 segundos





W


WARRANT - título nominativo, transmissível, de garantia pignoratíca


WHOLESALER - atacadista





Z


ZOOM-IN - acréscimo da distancia focal da lente da câmara, com lente zoom, resultando na ampliação da imagem, e dando ao espectador a impressão de aproximação do elemento que está sendo filmado


ZOOM-OUT - diminuição da distancia focal, resultando na redução da imagem, e dando ao espectador a impressão de distanciamento.