ADMINISTRAÇÃO: O GRANDE SEGREDO ESTÁ NO ÓBVIO
Administração: o grande segredo está no óbvio Entenda com Peter Drucker por que o caminho para os grandes resultados não está nas fórmulas complicadas, mas sim nas mais simples Para se conhecer a essência da Administração, nada melhor do que recorrer a Peter Drucker, considerado o guru dos gurus.
DEZ DICAS PARA SE DAR BEM NO AMBIENTE CORPORATIVO
Muitos profissionais não sabem agir em um ambiente corporativo. Para o sócio-fundador da Alliance Coaching, Pablo Aversa, transitar com eficácia e agilidade em uma empresa está diretamente ligada à capacidade de cada profissional em aceitar e assimilar as complexidades de cada empresa.
OS 7 ELEMENTOS QUE FORMAM UMA MARCA
Quando olhamos para um logo da Coca-Cola, do símbolo da Nike, do ícone do Android ou até mesmo para o boneco gordinho da Michelin, às vezes esquecemos que aquilo representa uma organização.
O QUE FAZER QUANDO SEU CHEFE TRABALHA AO LADO
Muitos escritórios abandonaram o formato tradicional de baias e sala do chefe em um canto afastado por uma área open office, que privilegia comunicação e contato entre os colegas.
7 CARACTERÍSTICAS DE PROFISSIONAIS INDISPENSÁVEIS
De acordo com especialistas, entregar resultados é essencial, mas não é tudo; veja o que também importa para ter uma carreira de sucesso. Profissionais com um currículo de tirar o fôlego e
28 de julho de 2011
Criar e começar é só acreditar
9 de maio de 2011
A inovação na era da informação
E para que tantas descobertas ocorressem não bastou apenas à criatividade e inovação, mas a grandeza e riqueza de informações para garantir o empenho necessário na busca e conquista do novo, onde hoje nos proporciona inúmeros benefícios, tais como: conforto, segurança, praticidade, escolhas, evolução, entre outros.
5 de junho de 2010
Administrando o futuro a partir do presente
5 de novembro de 2009
E A CRISE?
Alguns meses se passaram, empresas se fecharam, muitas outras se abriram, pessoas aproveitaram as oportunidades e montaram o seu próprio negócio ou ampliaram sua área de atuação. Nos noticiários sobre a economia é a mesma coisa, mas o que vemos por ai é outra realidade, constatamos pessoas reformando suas casas, construindo, ampliando suas lojas, trocando seus carros, e reclamando da crise, ou melhor, repetindo aquilo que escutam.25 de junho de 2009
Você já pensou no que vai fazer ontem?

19 de junho de 2009
Procura-se um cliente que goste de ser cliente

25 de março de 2009
O que você quer?
Sempre digo para os meus alunos e para as pessoas que convivo "se você não sabe onde quer chegar, qualquer caminho estará errado!". Saber o que queremos, como conseguir e estar na direção é uma questão de planejamento, vontade e atitude. As pessoas ficam observando o sucesso alheio e esquecem de olharem para si, e quando despertam para a vida, já percorreram um longo caminho na direção errada, ou caminharam como expectadores e não protagonistas de sua própria vida.
Tomar decisões, lidar com nossos conflitos internos ao ponto de exteriorizá-los da melhor maneira possivel não é tarefa fácil, pois exige preparo e muitas vezes coragem para enfrentar-mos nossos medos.
Separei abaixo um video que considero muito verdadeiro e que nos faz refletir sobre a vida que levamos, queremos, mexe com nossos sonhos e realidade, ao ponto de instigar-nos a sairmos da mesmisse e nos tornar-mos pessoas incríveis, fazermos a diferença onde quer que estejamos. Espero que gostem, e tornem-se pessoas admiráveis.
20 de março de 2009
O que aconteceu?
Por: Jairo César PereiraDiversas pessoas caminham muitas vezes sem rumo, sem um destino traçado ou até mesmo sem saberem onde querem chegar. É comum às pessoas viverem conforme aquela música “deixa a vida me levar...”, mas se esquecem que sem direção, sem uma rota traçada o destino poderá ser muito diferente do que se imagina, sem contar com as surpresas indesejáveis.
Nem sempre é possível fazer o que se gosta, e sempre ouvimos que devemos gostar do que fazemos. Isso se torna uma verdade, pois afinal, se todo mundo fosse fazer o que gosta, não teríamos as coisas que gostamos.
Muitas vezes fico observando às pessoas, e confesso que adoro, pois me surpreendo direto. Cada ser humano torna-se único e sempre é possível extrairmos deles algo de bom. Aprendi também que pessoas são contagiantes, e se eu me aproximar de pessoas alegres, sorridentes, logo me contamino. O contrário também é verdadeiro, e digo que muitas vezes é possível sentirmos até a dor que o outro está sentindo de tanto ouvi-lo reclamando.
“Existem três tipos de pessoas: as que deixam acontecer, as que fazem acontecer e as que perguntam o que aconteceu.” (John Richar)
O que aconteceu, o que está acontecendo, o que vai acontecer? Perguntas como estas são indagadas constantemente por pessoas que de certa forma aceitam a situação que se encontram, pessoas que pelos mais variados motivos se acomodam e não partem para as próprias conquistas, e ficam vendo o vizinho, a família, o colega de trabalho, a concorrência, alcançando cada vez mais o sucesso, observam a alegria, entusiasmo e não entendem o porquê de tudo isso.
Acordar enquanto há tempo e iniciar uma caminhada na direção certa é um bom caminho para se chegar lá, pois afinal, de que adianta a velocidade se estivermos na direção errada?
Porque você não faz assim?
Por: Jairo César PereiraVocê já parou para pensar como as pessoas sabem perfeitamente opinar sobre a vida dos outros e até quais decisões tomarem? Sabem como nunca qual a melhor decisão, qual o melhor caminho, o que fazer em tal situação e por ai vai. Já parou para pensar que àquelas pessoas que não tem filhos, sabem tudo e dá melhor maneira de como se educar uma criança?
São inúmeros os casos de como as pessoas sabem como ninguém tomarem conta da vida alheia, e garantem que só querem o melhor. Acontece que muitos querem tanto o melhor para os outros e se esquecem de querer o melhor para si. Esquecem que cada pessoa tem hábitos, costumes, desejos, anseios diferentes nas mais diversas áreas de nosso cotidiano.
Imagina se todos gostassem da mesma cor? Do mesmo refrigerante? Do mesmo tipo de carro? Imagina se todos os professores ensinassem do mesmo modo? Imagina se todos os políticos agissem da mesma maneira? Imagina se tudo em nossa vida ocorresse do mesmo jeito todos os dias durante todos os anos de nossa existência. Imagina se não houvesse surpresas! Imagina se não ocorressem decepções! Se não fossemos contagiados por momentos felizes! Se nossos amigos fossem iguais à gente, gostassem das mesmas coisas, entre tantas outras coisas. Talvez seríamos seres humanos incapazes de sorrir quando não pudesse sorrir.
Talvez guardaríamos para si os nossos mais belos desejos e sentimentos. Talvez nada teria graça, ou acharíamos graça em tudo, mesmo que aquilo fosse cruel ou ridículo.
Pois bem, assim são as pessoas. Umas alegres, outras tristes. Umas simples, outras complicadas. Umas doces, outras amargas. Mas o grande barato da vida é que mesmo nós sabendo de tudo isso, passamos a gostar e porque não dizer amar essas pessoas, seres fantásticos que entram e saem de nossas vidas. Mas mesmo amando, muitas vezes nos pegamos sentindo algo o contrário, justamente porque interferem em nossas vidas e suas opiniões despertam em nós sentimentos que também são verdadeiros, e que não aceitamos com facilidade.
Dizem que se conselho fosse bom não era dado, mas sim vendido. Confesso que concordo com este dito popular, mas não aceito isso com facilidade. Como que um pai pode cobrar do filho um conselho de não entrar no mundo das drogas ou marginalidade, sendo que na verdade ele até pagaria para que isso não acontecesse? Como que um professor pode cobrar de seus alunos um conselho de que na alfabetização se tornarão pessoas com dignidade, e que não vale apenas aprender a ler e escrever, mas formar opinião sem influências e se tornarem cidadãos de bens de modo a melhorar sua existência e descendência?
Porque você não faz assim? É algo tão simples de dizer. Só vale lembrar que nessa altura da vida não posso mais deixar o vento me levar e nem vozes me guiar, eu diria que ao ajustar minhas velas, saberei usar a força do vento a meu favor para levar meu barquinho nesse mar tão imenso chamado vida, daí eu pergunto: a vida é sua ou minha?
Decisões que fazem a diferença!
Por: Jairo César PereiraTodos os dias somos obrigados a tomar decisões. Algumas simples, outras complicadas, mas sempre decidimos por algo, e se foi a melhor escolha, descobriremos depois. Decidimos muitas coisas, tais como; que horas levantar, qual roupa usar no dia, qual o caminho a percorrer, se vamos ficar de bom ou mau humor, se vamos sorrir ou chorar, se iremos vencer ou sermos derrotados pelas adversidades do dia-a-dia. Afinal de contas, não são as pessoas que decidem pela gente, mas sim nós mesmos. Se for o contrário disso, está na hora de você rever seus conceitos.
Decidimos se as pessoas vão estragar nossos dias, momentos e alegrias. Decidimos quem serão nossos amigos através das escolhas que fazemos e identificação com o próximo. Aprendemos que não podemos fazer tudo que gostamos, mas decidimos fazer o melhor naquilo que precisamos fazer. Não decidimos quem será nossos pais, irmãos, avós, mas é possível decidirmos quem será nosso(a) companheiro(a), a nossa descendência e como vamos educá-los.
Dúvida, medo, insegurança nos cercam a ponto de travar nossos passos, nossas decisões. E decidir não é algo fácil, pois independente da situação, seja no âmbito profissional ou pessoal vai exigir de nós muita segurança, e isso não é tão simples assim. Diante de tantas incertezas, dúvidas, como será possível ter esta segurança? As pessoas desviando-se da honestidade, da simplicidade, perdendo seus valores e princípios. Muitas empresas visando o lucro a qualquer custo, esquecendo-se do seu capital humano. Quantas coisas perdendo o valor e sentido. Porque não dizer, muitos caminhos sendo modificados.
Realmente decidir não é algo fácil. Eu diria que não é uma tarefa para medrosos, perdedores. Tomar uma decisão que pode fazer a diferença é partir para a batalha com as armas necessárias e não ter dúvida da vitória, pois como posso querer vencer uma luta se me posicionar como um perdedor? Como decidir o que é melhor se não decidi que é este melhor que quero buscar?
Aceita um chocolate?
Por: Jairo César PereiraConstantemente me deparo com as mais diversas situações que exigem decisões rápidas, precisas e corretas. A pressão e cobrança por resultados fazem parte do dia-a-dia de todos nós. Decidir, escolher, concordar, aceitar e por ai vai. Mas uma coisa é certa, muitos não percebem a real diferença nestes dois verbos: concordar e aceitar.
Quando eu concordo com uma coisa, no fundo posso não estar aceitando, seja por minha posição como funcionário de uma empresa, ser minoria de uma opinião, ou qualquer outra coisa.
Quando eu aceito uma coisa, uma decisão, é porque realmente eu acredito nela, confio, absorvi a idéia, e de certa forma vou lutar ou trabalhar firme para que se realize, aconteça, se conclua.
Integridade, caráter, valores e princípios são alicerces fortes e muito resistentes as mais diversas tempestades diárias que venhamos a passar. Desistir é uma escolha errada. Ter corarem é uma escolha ousada, e ousadia é o que faz a diferença entre as pessoas comuns e incomuns.
Não é fácil lidarmos com tais situações, tampouco discordar de algo quando somos minorias ou estivermos sozinhos. O importante é não sermos corrompidos por opiniões formadas e prontas, ter idéias próprias e vontades próprias nos fazem muito bem quando percebemos suas vantagens para nossas vidas.
Você aceita um cafezinho? Você concorda com essa minha idéia? Perguntas simples com repostas aparentemente simples. Mas um detalhe importante, se você não gostar de café, sabe que eles amarelam os dentes, pode prejudicar seu organismo, vai aceitar por apenas educação? Outra coisa, se você não concorda com a idéia, se você pensa de um modo diferente, vai concordar por medo? Vai concordar por se achar intimidado? São escolhas simples que exigirão de você firmeza, pois se estiver balançando, cuidado, poderá cair e machucar-se. Só mais uma coisa, aceita um chocolate?
Você é do bem?
Por: Jairo César PereiraSempre ouvi um comentário a respeito das pessoas em relação a ser ou não do bem. Mas confesso que isso sempre me intrigou e me fez questionar o que é realmente ser do bem? Mas que bem é esse? Como ele surge? Onde eu guardo? Como uso? Quais benefícios temos com ele? E assim por diante.
Descobri que é possível fazer o bem sem olhar a quem. Aprendi que fazendo o bem, mesmo recebendo o mau nos faz bem. Identifiquei também que ser do bem é fazer o bem, daí indaguei sobre estes dois verbos “ser” e “fazer”, e cheguei à conclusão que existe uma diferença enorme entre eles. Muitas pessoas fazem o bem com interesse, com outras intenções ou querendo algo em troca. Outras simplesmente fazem o bem porque são do bem, e isso é mágico e raro hoje em dia, porque a sociedade a cada dia que passa fecham os olhos para o mundo a sua volta e enxergam apenas o próprio umbigo.
Você é do bem? Claro que todos vão dizer que sim, que fazem isso e aquilo, mas agora vou mais fundo. Você é do bem? Perguntei novamente. Se você notou a diferença e entendeu a profundidade desta pergunta vai saber que para fazermos o bem ao próximo devemos primeiro fazer a nós mesmo, e isso é ser do bem, buscar coisas boas para nossa vida, realizar sonhos, atingir metas, ultrapassar obstáculos, são coisas que fazem bem para a nossa pessoa, sem contar os sentimentos como a amizade, carinhos, amor que nos fazem seres humanos mais humanos.
Fazendo o bem para si próprio, será impossível não compartilhar isso com outras pessoas a nossa volta, estejam nos nossos círculos ou não. Mas esse bem não deve vir com egoísmo, mas com sinceridade e de modo natural. Gostar de si, do corpo, da mente, do coração, não encontrar defeitos, e sim corrigir a rota das coisas é algo que só nos faz bem. Daí eu pergunto, isso é bom ou ruim? Pra quem?
O silêncio que faz barulho...
Por: Jairo César Pereira Com o passar do tempo aprendemos muitas coisas. Corremos para estar sempre atualizados. Fazemos um curso de idiomas, informática, curso disso, daquilo e por ai vai. Aprendemos também que o tempo pode ser nosso amigo ou inimigo. Não podemos negar que os amigos são constituídos com muita dificuldade e amá-los é muito mais fácil do que entendê-los. E querer inverter esta ordem pode não dar muito certo. Temos ao longo do tempo grandes oportunidades, seja profissionalmente ou na própria vida pessoal. Oportunidades que nem sempre se repetem. É comum querermos entender o próximo e procurar nele algo parecido com a gente. É aí que mora o problema. Por que as pessoas têm que serem iguais? Por que os defeitos na maioria das vezes se destacam mais que as qualidades alheias? Por que o meu colega de trabalho tem que fazer tudo como eu faço para eu gostar dele? Por que temos o hábito de querer uniformizar a conduta humana e fazer das pessoas aquilo que somos ou acreditamos ser? O silêncio e o barulho podem parecer dois extremos, e também podem representar a mesma coisa se observarmos que o dois nos representa uma comunicação. A diferença entre um e o outro é o volume que cada um está sendo emitido. Quando uma pessoa fala demais e não é entendida, só fez barulho e não resolveu nada. E, quando uma pessoa fica em silêncio, está querendo nos dizer algo ou simplesmente não dizer. Não precisamos fazer um curso de interpretação de silêncio, e nesse caso devemos usar algo que aprendemos naturalmente ou de alguma outra forma, o bom senso. O tempo pode ser nosso amigo se soubermos que todo ser humano também tem um tempo, e pode ser nosso inimigo se esquecermos disso. No mundo dos negócios, tempo é dinheiro. Na vida pessoal, tempo é riqueza. Muitas vezes o que precisamos fazer é apenas regular o volume, seja do silêncio ou do barulho.
Não foi bem assim que eu falei
Você já notou quando somos mal interpretados e a situação fica crítica, disparamos essa famosa frase “não foi bem assim que eu falei”. É muito comum nos concentrarmos em atividades rotineiras, tecnologias, manter-se atualizados, cuidarmos da própria aparência e tantas outras coisas que nos desafiam todos os dias, e esquecemos de um detalhe que faz toda a diferença, a comunicação.
Muitas vezes pensamos que as pessoas adivinham nossos pensamentos. Acreditamos que em um simples olhar a outra pessoa já entendeu, e também se falarmos meia dúzia de palavras já fomos entendidos e tudo vai dar certo. E com isso surge outro problema, o retorno que temos desta ação. E na maioria das vezes não é muito agradável.
Pensamos de um jeito, chegamos até a visualizar o que queremos, mas na hora de pedir, explicar o que desejamos não conseguimos por pra fora com a mesma perfeição que imaginamos. Por que será que isso ocorre? Por que será que é tão difícil expormos nossas idéias? A explicação é muito simples, falta de paciência. E essa falta não acontece de uma hora para outra, mas vem acumulando-se com o passar do tempo e por causa da rotina diária, dos desafios constantes, pressão, cobranças de todos os lados, escolhas que fazemos diariamente e cada vez em um tempo menor, nos torna seres humanos impacientes com o próximo, e diria até consigo mesmo.
A falta de paciência nos proporciona muitas falhas, principalmente em nossa comunicação. Com isso, não adianta chorar o leite derramado, o tempo gasto, o desperdício de tempo ou material, ou quem sabe a perda de uma amizade, e por ai vai. Comunicar-se bem é algo que vamos conseguir refletindo sobre isso e acima de tudo praticando. Observar o nosso jeito, o nosso pensamento, nossas idéias, nossas falas, refletirá nossa imagem nos olhos dos outros, e como será essa imagem? De dúvida ou de entendimento? Decida você, ou melhor, explica você...
Vivendo a vida...
Por: Jairo César PereiraTenho recebido constantemente mensagens e reflexões sobre amizades, amor, vida entre outros assuntos ligados ao nosso cotidiano e que de certa forma deixamos de lado pela correria do dia-a-dia. O engraçado é que estamos cada vez mais presos nas tecnologias e mundo virtual que esquecemos do mundo de carne, pele, osso, coração, olhos e por ai vai.
É muito fácil reenviar um e-mail do que encontrar um amigo, colega de trabalho e fazermos um elogio.
Fica mais cômodo capricharmos naquela mensagem no orkut dizendo o quanto a amizade de nosso amigo é importante para nós. Por outro lado é muito dificil até mesmo encontrar e conversar com esse mesmo amigo por cinco minutos. Quanto mais elogiarmos ele olhando nos olhos.
Como viver a vida de uma maneira mais proveitosa? Como separar mundo virtual do mundo real? O que realmente é viver a vida?
Perguntas e mais perguntas e muitas vezes sem respostas nos deixam cada vez mais acomodados.
Vivendo a vida é algo simples que complicamos. Dormir, levantar, comer, passear, sorrir, brincar, estudar, trabalhar, chorar, gritar, emocionar-se, namorar, ser neto, filho, ser pai, mãe, fazer amigos, desfazer inimigos, conquistar, e tantas outras coisas significa viver a vida.
O modo como encaramos as coisas, nossos problemas faz toda a diferença.
Viver a vida ou fazer parte dessa vida? Escolhe!
19 de março de 2009
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