ADMINISTRAÇÃO: O GRANDE SEGREDO ESTÁ NO ÓBVIO

Administração: o grande segredo está no óbvio Entenda com Peter Drucker por que o caminho para os grandes resultados não está nas fórmulas complicadas, mas sim nas mais simples Para se conhecer a essência da Administração, nada melhor do que recorrer a Peter Drucker, considerado o guru dos gurus.

DEZ DICAS PARA SE DAR BEM NO AMBIENTE CORPORATIVO

Muitos profissionais não sabem agir em um ambiente corporativo. Para o sócio-fundador da Alliance Coaching, Pablo Aversa, transitar com eficácia e agilidade em uma empresa está diretamente ligada à capacidade de cada profissional em aceitar e assimilar as complexidades de cada empresa.

OS 7 ELEMENTOS QUE FORMAM UMA MARCA

Quando olhamos para um logo da Coca-Cola, do símbolo da Nike, do ícone do Android ou até mesmo para o boneco gordinho da Michelin, às vezes esquecemos que aquilo representa uma organização.

O QUE FAZER QUANDO SEU CHEFE TRABALHA AO LADO

Muitos escritórios abandonaram o formato tradicional de baias e sala do chefe em um canto afastado por uma área open office, que privilegia comunicação e contato entre os colegas.

7 CARACTERÍSTICAS DE PROFISSIONAIS INDISPENSÁVEIS

De acordo com especialistas, entregar resultados é essencial, mas não é tudo; veja o que também importa para ter uma carreira de sucesso. Profissionais com um currículo de tirar o fôlego e

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7 de agosto de 2010

Gestão, a diferença está nos detalhes

Um  fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um  jornal:

Estes  quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que  conhecemos.

Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar.  Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome:

19 de março de 2010

Felicidade no trabalho depende da postura do próprio profissional

Ao contrário do que muitos imaginam, a felicidade no trabalho depende mais da postura do próprio trabalhador do que do chefe, dos colegas ou do salário. Ao menos, esta é a opinião do psicólogo Willian Mac-Cormick Maron.

De acordo com ele, as pessoas precisam se sentir realizadas e completas, sem

29 de dezembro de 2009

Empregabilidade e Sucesso Profissional em "O Diabo Veste Prada"



"Sabe porque a contratei? Sempre contrato o mesmo estilo de pessoa para este cargo. Mas todas me decepcionam. Então me aparece você, que aparentemente não tinha perfil, mas sim um ótimo currículo e um belo discurso sobre sua ética de trabalho. Eu achei que você seria diferente. No entanto, você acabou me decepcionado mais do que qualquer um dos outros."

9 de novembro de 2009

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito: "Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

25 de junho de 2009

Você já pensou no que vai fazer ontem?


A cada dia que passa, muitas empresas investe em tecnologias e no capital humano, na busca de alcançar competitividade e maior lucratividade. Atrapalham-se muitas vezes em si mesma, com estratégias erradas ou mal planejadas, pois o tempo, a economia, as pessoas, fazem a diferença nesse cenário global.

17 de junho de 2009

O comportamento situacional e o conflito de idéias

Houve um tempo em que as pessoas agiam sem pensar ou pensavam demais e não agiam. E para alguns, esse tempo ainda continua. Mas, com a evolução da humanidade e como a globalização tem afetado a economia e forma das pessoas agirem, fizeram com que a nossa mente projetasse muito mais idéias do que antes, onde planejar tem tomado muito mais tempo de nossas mentes do que o agir, e nos deparamos com as mais diversas situações, onde tomar decisões em um curto espaço de tempo ou simplesmente reagirmos a uma situação tem afetado o nosso comportamento, mesmo que diferente de nossas idéias.

Uma águia sobrevoa um rio a procura de comida, um lindo e delicioso peixe, e de forma rápida, planejada, calculada, mergulha com a certeza de que atingirá seu objetivo, e é capaz de afundar e sair da água com o peixe em seu bico para degustar em terra seca sua refeição do dia. Se a águia ficasse pensando muito ao invés de agir, poderia ver seu almoço ir embora, mas o seu instinto e habilidade têm favorecido para torná-la admirável entre nós, seres humanos.

Ao compararmos com o homem, notamos uma grande diferença, pois o homem para pegar esse mesmo peixe, precisaria de um barco, uma boa vara de pescar, uma isca artificial, um colete salva-vidas, horas de paciência debaixo de um sol radiante, protetor solar para não queimar a pele, uma boa companhia, e por ai vai.


Não basta termos idéias, é preciso colocá-las em prática, mas de forma clara e objetiva, e cada momento exigirá uma postura diferente, o que gera um comportamento situacional do indivíduo e podemos citar como exemplo um líder na empresa, onde hora tem que ser firme e exigente, e outrora menos exigente para dar liberdade ao colaborador, o que poderá lhe trazer boas surpresas com a criatividade das pessoas, e com isso a equipe caminhará de forma harmônica.


Quando se tem dez pessoas em um setor que pensam, agem, falam, fazem tudo do mesmo modo, não precisam-se dos dez e sim de apenas um, por isso, proporcionar um ambiente vigorante e que seja palco para conflito de idéias, de modo positivo, todos só tem a ganhar. Sendo assim, idéias virão e outras se vão, o importante é que bons resultados ficarão, no grande teatro da vida, empresas, pessoas e a economia, de mãos dadas para uma boa harmonia, criando, desfazendo, mudando o intocável, é algo que exigirá força e coragem de cada um de nós, simples mortais.


Por Jairo César Pereira

5 de junho de 2009

É hora de o RH vestir a camisa... dos clientes

Independente da profundidade e da origem global ou local, as crises sempre acabam sendo as “grandes culpadas” pelas demissões nas empresas. Em meio aos diversos períodos turbulentos das últimas décadas, a área de recursos humanos parece ter o papel único –e estanque - de agente operacionalizador dessas dispensas. Ou seja, ao RH cabe a parte desagradável no relacionamento entre corporações e profissionais, a obediência ao famigerado “cumpra-se” estampado no final das cartas circulares da casa matriz ou do alto-escalão exigindo um corte linear.

Nessas horas difíceis, os gestores diretamente responsáveis pela contratação e administração da carreira do profissional a ser “guilhotinado” desaparecem, o que revela uma total falta de preparo para lidar com as questões humanas no meio profissional, seja por conta de uma formação acadêmica inadequada para o papel a ser exercido ou por falta de uma atualização contínua, que os profissionais de todas as áreas deveriam receber nas empresas ao longo de toda a carreira.

Costumo ler e ouvir muitas teorias perfeitamente tangíveis sobre a importância estratégica dos recursos humanos, que reluto em acreditar que a maioria dos RHs ainda aceite a posição de “antena repetidora”. Longe de termos as organizações adeptas do conceito de knowledge learning and teaching company (uma empresa que aprende e ensina conhecimentos), o humano das organizações continua despreparado para atuar de forma ajustada e alinhada com as respectivas oscilações e mudanças dos mercados. O mundo corporativo passa a impressão de desalinho entre o modelo de negócios e a estratégia associada com a parte dos processos, responsável pelo envolvimento direto das pessoas dentro das organizações.

Muito mais que um viés psicológico, os RHs precisam injetar uma forte dosagem de conhecimentos de pedagogia no desenvolvimento da organização. Quem tem sob sua responsabilidade a condução de pessoas dentro das empresas precisa ter conhecimentos de uma pedagogia corporativa que permita disseminar e desenvolver os conhecimentos e competências requeridas pelos processos de negócios. Isso vale com crise ou sem crise.

Sempre, e mais que nunca, é tempo de investir no capital humano. O momento é de procurar dar os primeiros passos rumo a novos caminhos. Para tanto, é necessário que a companhia esteja preparada para evoluir mesmo em períodos incertos. Contar com pessoas melhor preparadas e ferramentas que permitam enfrentar o futuro é uma questão de sobrevivência. É necessário um compromisso com a inovação da cooperação aberta e, conseqüentemente, com um estilo aberto de liderança.

Mas, afinal, qual é o papel relevante do RH seja com crises ou sem crises? Certamente não é apenas o de contratador ou dispensador de pessoas. Em função da cultura, cada organização procura achar um papel ideal que ajude a questão da gestão do capital humano. Não existe uma receita infalível, mas fica aqui uma questão: quando o RH estará pronto para mudar o discurso de “precisamos vestir a camisa de nossa empresa” para algo mais adequado aos tempos atuais, algo como “precisamos vestir a camisa de nossos clientes”.

Colocando-se no campo de visão de negócios do cliente, conseguimos surpreendê-lo com soluções inovadoras que ele precisa, mas não consegue de alguma forma comunicar. O mundo mudou, a concorrência se acirrou e o grande desafio de todas as empresas é de provocar mudanças e fazer melhor que seus concorrentes. O cliente tem o poder decretar o sucesso ou o fracasso de seu negócio. Nessa missão, as áreas da empresa devem atuar em harmonia e todos os colaboradores, sem exceção, devem dedicar-se ao processo de inovação contínua com um objetivo único: a satisfação do cliente. Quem sabe seja esta a verdadeira vocação do RH. O que você acha?


Dieter Kelber
é consultor, pesquisador e diretor-executivo do INSADI Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual e de sua Business Process School. É também diretor-executivo do 2o Congresso Internacional de Processos de Negócios.

30 de maio de 2009

Suas atitudes determinam seu sucesso!

Por Roberto Shinyashiki

Os bons profissionais são aqueles que mesmo diante da adversidade acreditam que podem se superar sempre, pois envolvem toda a empresa na busca por resultados e pela superação.

Você sabe o que destrói suas chances de vitória? Pouca gente se dá conta de que um profissional entra em crise em sua carreira, quando simplesmente ele se acomoda. A acomodação é a pior inimiga do bom profissional. É preciso saber que o sucesso "engorda" o cérebro. A pessoa para de pensar e relaxa, pois acha que já descobriu a fórmula da vitória. Por isso, é muito raro ver pessoas que permanecem sempre evoluindo e arriscando. Muita gente perde a maior parte de seu tempo alimentando o próprio ego, sem conseguir olhar o que acontece a sua volta.

Essa atitude é crucial, porque insere o profissional numa "redoma de vidro", incapaz de conviver em grupo e culpando os outros por sua infelicidade. E quando a crise chega, o abalo é tão grande, que a simples tentativa de se reerguer transforma-se em um pesado fardo.

Os bons profissionais e equipes campeãs são aqueles que mesmo diante da adversidade acreditam que podem se superar sempre e saem das crises com maturidade, pois envolvem toda a empresa na busca por resultados e pela superação.

Derrotas vão fazer parte cada vez mais da vida dos campeões. Só quem não for para o campeonato mundial é que não vai perder nenhum jogo. Aprender com as derrotas é mais importante do que ganhar todas as partidas.

O campeão sabe que derrotas fazem parte da vida. Tem sabedoria para aprender com os erros. Sabe ser tão grande nas derrotas quanto nas vitórias. Nossa tendência é pensar que o nosso problema é o maior do mundo. Certamente, é assim com todas as pessoas. Mas as dificuldades não são baseadas no tamanho dos problemas, e sim nas soluções criadas. Se sua vida não está de modo como gostaria, dê um jeito de transformá-la. É maior presente que pode dar a si mesmo.

Não podemos simplesmente deixar a pressão desses tempos nos afundar. Não podemos simplesmente deixar que as crises nos paralisem. O mundo exige uma postura inédita, um modo original de olhar. Resultados são sempre conseqüência de muita dedicação, boas estratégias e, principalmente, prazer de viver.

Roberto Shinyashiki é psiquiatra, palestrante e autor de 13 títulos, entre eles: Os Segredos dos Campeões, Tudo ou Nada, Heróis de Verdade, Amar Pode Dar Certo, O Sucesso é Ser Feliz e A Carícia Essencial - Acesse o site: www.clubedoscampeoes.com.br

29 de maio de 2009

Por que as pessoas devem admirar você?

Por Roberto Shinyashiki

Quem não tem a capacidade de conquistar seus liderados acaba usando a força do cargo para se impor e ser obedecido. Na marra, um líder nada consegue.

Muitas pessoas pensam que seu cargo ou posição são suficientes para conquistar o respeito e a admiração dos outros. Nada é mais ilusório. Cada dia surgem mais pessoas que desejam ser líderes. O problema é que elas não têm capacidade de criar nos outros o desejo de serem liderados por elas.

Um pai jamais vai ganhar a admiração do filho só porque é seu pai biológico, embora muitos pais pensem que isso basta. A aceitação da liderança é um sentimento que brota como o amor. O liderado precisa ser conquistado para respeitar o líder integralmente, como seu comandante e como pessoa. Este é o segredo.

Quem não tem a capacidade de conquistar seus liderados acaba usando a força do cargo para se impor e ser obedecido. Na marra, um líder nada consegue. As pessoas podem obedecê-lo por necessidade de sobrevivência ou por medo. No fundo, o líder sabe que não pode contar com esses liderados. Não há pactos tácitos entre eles. É como um general que comanda uma tropa de mercenários. Se surgir uma oportunidade, os soldados se bandeiam para o lado que pagar mais.

Quem obedece porque deve está se importando mais com seu líder do que consigo próprio. É como um casamento por amor: os noivos escolhem um ao outro e assumem os compromissos de sua opção. Isso possibilita a criação de um time sólido, pronto para o que der e vier.

Quando eu era estudante de Medicina, vi muitos médicos que chefiavam departamentos mas não eram líderes de verdade. Ninguém da equipe queria escutá-los. Muitas vezes, a liderança autêntica brotava de uma enfermeira. Em vez de se apoiar nisso, o médico-chefe ficava com ciúme e cobrava obediência da equipe. Era atendido porque o pessoal tinha medo de perder o emprego. Mas a admiração pela enfermeira continuava.

Em vez de ficar competindo com ela, o médico-chefe faria melhor se tentasse aprender como a enfermeira conseguia tocar o coração das pessoas. Se assim fizesse, certamente estaria começando a ser um líder de verdade. Outro conflito típico é o do engenheiro-chefe com o mestre-de-obras.

O primeiro fez uma faculdade, é avalizado por um diploma de curso superior. Mas a equipe acaba escutando o mestre-de-obras, porque ele tem experiência e conquistou a admiração do grupo. Quem contrata e demite é o engenheiro. É quem tem o poder de mandar. Mas não é admirado. A hierarquia não garante e nem sustenta uma liderança ilegítima.

Pense nisso: se sua equipe escuta você, respeita suas idéias e tem vontade de segui-lo, você está ajudando as pessoas a realizar seus sonhos. Se você tem que usar a força do cargo para ser ouvido, se as pessoas o temem, você ainda não chegou lá.

Roberto Shinyashiki é psiquiatra, palestrante e autor de 13 títulos, entre eles: Os Segredos dos Campeões, Tudo ou Nada, Heróis de Verdade, Amar Pode Dar Certo, O Sucesso é Ser Feliz e A Carícia Essencial - Acesse o site: www.clubedoscampeoes.com.br

28 de maio de 2009

A visão estratégica da área de Recursos Humanos

Aguçar a visão gerencial, tornando-a dinâmica e sensível aos aspectos mutáveis e conflitantes do meio é sempre um desafio e um ponto a se considerar em uma organização. Pretender adequá-la às flutuações do mercado, para que ela continue competitiva e líder em seu segmento e, assim, conquiste a perenidade, é a meta de toda empresa de ponta.

Considerando que os objetivos organizacionais são atingidos por meio da administração com as pessoas, como consequência deve-se considerar uma preocupação estratégica recrutar, selecionar, acompanhar, orientar e desenvolver seus colaboradores, sempre contando com uma gestão transparente, coerente e pró-ativa.

Dentro disso, também devemos nos preocupar com o perfeito andamento dos canais de comunicação, com o relacionamento intrapessoal e com a motivação. Nessa estrada de "mão dupla", o gestor precisa saber ouvir, avaliar, aceitar críticas e sugestões de seus colaboradores e vice-versa.

A maioria das empresas bem-sucedidas já compreendeu que a qualidade na gestão de seus profissionais, e a qualidade de seus produtos ou serviços, é o melhor meio de que dispõe para enfrentar os constantes desafios propostos pela concorrência, mais acentuada ainda pela globalização da economia.

Paralelamente, percebe-se que, apresentando colaboradores motivados, conscientes e envolvidos com os objetivos e resultados da empresa, ela estará também apta a vencer os desafios da competitividade.

Considerando que as organizações são pessoas reunidas em torno de um objetivo comum e que são essas pessoas as condutoras do negócio, utilizando-se para isso as informações disponíveis e aplicando suas habilidades e conhecimentos, podemos concluir que são elas, as pessoas, que tornam viáveis todas as decisões necessárias para que se obtenha os resultados desejados.

Cabe a área de Recursos Humanos antecipar essas tendências. Cabe ao profissional de RH diagnosticar o que é preciso fazer hoje e também "prever" o que será preciso fazer daqui a algum tempo, identificar o novo perfil dos profissionais e, consequentemente, levantar as necessidades futuras da empresa.

A área de Recursos Humanos precisa fazer, com relação às pessoas, o mesmo que o marketing faz com relação ao mercado consumidor, ou seja, antecipar tendências e ser pró-ativo. Proporcionar ao seu cliente interno produtos e serviços inéditos, identificar necessidades, aprender a gerir suas questões de forma global, identificar ferramentas para moldar e mudar a cultura da organização, aprender a expandir informações e conhecimentos. A área de Recursos Humanos precisa ousar para poder conquistar seu espaço junto à alta direção da empresa.

Esse é o grande diferencial da área de Recursos Humanos. Isso é agregar valor. E somente assim o negócio de Recursos Humanos irá obter vantagem competitiva, com as pessoas, administrando com as pessoas e não administrando as pessoas.

E, para administrar com as pessoas, a empresa tem que ter claro que seu maior poder de marketing são seus próprios colaboradores, assim como seu potencial cliente. Não é nada interessante para uma organização possuir equipes que não colaborem com o seu resultado e profissionais desmotivados, pois isso só prejudica a imagem dessa empresa no mercado. Devemos ter bem claro a sua potencialidade, tanto como cliente externo à organização (e divulgador do nome da imagem dessa organização no mercado) quanto como cliente interno, sendo ele o foco em relação ao ponto de vista de Consultoria Interna de Recursos Humanos.

Sendo assim, podemos concluir que manter o cliente (seja ele interno ou externo) satisfeito, e se possível, surpreendê-lo com os serviços oferecidos, é, sem dúvida, o melhor negócio para todas as empresas.

Fonte: RH.com.br

22 de maio de 2009

Não aguenta mais seu trabalho? Talvez seja hora de mudar...

É a mesma coisa, todo santo dia. O despertador toca e você não se anima. Luta para sair da cama, estressa-se no trânsito... E, ao chegar no escritório, tudo piora: o desânimo aumenta e falta disposição até mesmo para executar as mais simples obrigações diárias. O desinteresse pelo próprio trabalho é um sintoma difícil de disfarçar e merece toda a atenção. Afinal, muitas vezes, esse sentimento negativo é um sintoma de que a carreira está precisando de mudanças.

Outros sinais de alerta

Além do clássico desânimo, vários sentimentos também costumam dar as caras quando alguém está insatisfeito com o próprio trabalho ou com a profissão que escolheu. “Os mais evidentes são a falta de perspectiva profissional, a dificuldade em encarar o trabalho como um desafio e pouca motivação para elaborar novas formas de desenvolver projetos profissionais”, enumera Almir Martins, professor de Teorias da Administração e Administração Contemporânea da Universidade Metodista de São Paulo.

Mudar de emprego ou carreira?

Se você está passando por isso, tente descobrir se a sua insatisfação é causada pela empresa onde trabalha ou pela profissão que escolheu. Um ambiente pouco harmônico – com chefes e colegas estressados e briguentos, por exemplo – e que não incentiva o desenvolvimento dos profissionais costuma agravar esse tipo de sentimento. Nesse caso, a saída é buscar uma empresa na qual você tenha mais chances de crescer profissionalmente ou onde as relações sejam mais equilibradas. Porém, a razão do incômodo também pode estar na própria carreira escolhida. Aí, a situação é mais complicada e é preciso avaliar, com muita cautela, se chegou a hora de fazer uma mudança mais drástica.

O momento certo

A hora certa para a mudança não cai do céu, como em um passe de mágica. Em vez de sentar e esperar, é preciso criar esse momento. E isso só é possível com muito planejamento. “É fundamental que o indivíduo estabeleça um plano de trajetória profissional e esteja convicto da necessidade de cumpri-lo”, explica Almir Martins. Se o plano é mudar de empresa, aproveite qualquer tempo extra que tiver para incrementar sua formação. E, enquanto estiver se aperfeiçoando, fique atento às novas tendências e oportunidades profissionais – seus planos terão mais chances de dar certo se estiverem de acordo com os rumos do mercado. “É preciso avaliar as tendências futuras da nova ocupação, seja em âmbito financeiro ou no tocante à satisfação de desenvolvimento pessoal”, diz o especialista.


Seja cuidadoso

É bom saber que qualquer mudança, por mais planejada que seja, traz incertezas e inseguranças, especialmente no início. Por isso, quando se sentir assim, não pense em desistir ou voltar atrás. Vale a pena insistir. “Se o indivíduo elabora um plano de carreira baseado em critérios seguros (formação acadêmica e profissional, relações de trabalho notoriamente idôneas), a tendência é que supere as dificuldades apresentadas e consolide sua trajetória profissional”, afirma Almir Martins.

Por Michelle Veronese - www.administradores.com.br

19 de maio de 2009

O que é e para que serve o Endomarketing?

Empresas que possuem uma excelente Gestão Estratégica aplicam ações de Endomarketing com maior frequência e com isso, obtém como resultado, uma equipe comprometida e motivada, além de melhor produtividade e qualidade de vida no trabalho. Um programa de endomarketing bem feito é capaz de auxiliar e melhorar a compreensão e o comprometimento dos colaboradores, de forma a serem mais flexíveis e comprometidos com as mudanças organizacionais.

O Endomarketing é uma das ferramentas mais utilizadas para a melhoria do clima organizacional, facilitando as relações entre patrão e funcionário. Suas ações estão diretamente relacionadas ao departamento de Recursos Humanos da empresa.

Ele também é uma forma de aproximar o cliente, o produto e o empregado, tendo os clientes internos - colaboradores - como aliados nos negócios, com grande responsabilidade para o sucesso e aceitação dos produtos oferecidos. Através dele são realizadas ações focadas no público interno, tendo como objetivo a conscientização dos funcionários sobre a importância da excelência em atendimento ao cliente externo - superando as expectativas -, o valor de sua importância para a empresa e da atividade que executa. Com esta conscientização poderá colaborar para um bom ambiente de trabalho.

É necessário lembrarmos que as organizações são aglomerações humanas, com vários interesses comuns e distintos, e como todo processo de comunicação diferenciado, o Endomarketing tem papel imprescindível para a melhor obtenção dos resultados.

As opiniões dos clientes internos têm grande influência nas opiniões e perspectivas dos clientes externos. Assim, a sinergia entre as áreas de Marketing e Recursos Humanos tem grande diferencial para que assim sejam traçadas as melhores estratégias em busca de melhores resultados. O Endomarketing inicialmente atrai e retém o cliente interno, o qual, consequentemente, atrai e retém os clientes externos.

Vale ressaltar que o Endomarketing não é utilizado apenas para aceitação de produtos, mas também da imagem, seriedade, qualidade de vida e exemplo de instituição. Funcionários insatisfeitos com as condições de trabalho e com os produtos da própria empresa apresentarão "feedbacks" negativos no mercado, ou seja, uma propaganda negativa. Já, em se tratando de uma satisfação por parte dos colaboradores, estes irão "vender" os produtos e imagem da empresa para os clientes externos, de uma forma positiva.

Toda organização pode utilizar ferramentas de Endomarketing que melhoram a comunicação que podem gerar efeito motivacional e produz resultados significativos. Podemos citar algumas ferramentas como: Seminários, Reuniões, Manual de Integrações, Vídeos, Memorandos, Manual de Acompanhamento do Programa de Endomarketing, Quadros de Avisos, Jornais Internos Educativos, Cartazes Motivacionais e Caixas de Sugestões.

Fonte: RH.com.br

15 de maio de 2009

Detalhes no ambiente de trabalho podem afetar a produtividade dos funcionários

Como é a iluminação do seu ambiente de trabalho? Muito escura ou clara até demais? Pode parecer um detalhe, mas muitas empresas não sabem que a iluminação pode afetar a produtividade da equipe.

"O excesso de luz é um problema comum nas empresas e pode produzir uma sensação de desconforto e causar irritação. Além disso, um nível inadequado de iluminação nos ambientes comerciais pode provocar a redução da produtividade dos funcionários", afirmou a lighting designer da Plano Luz, Silvia Pierri.

Silvia lembra também que existem normas, no caso, a NBR-5413 e a NR-9, que determinam os níveis ideais para os locais internos de trabalho.

Como ter uma iluminação adequada?

De acordo com a designer, os projetos de iluminação devem se preocupar com o tipo de tarefa que será realizada no local. Outro aspecto importante é que esses projetos devem explorar ou conter a iluminação natural, podendo se valer ainda de cores para tornar o ambiente menos monótono.

"Se uma iluminação inadequada atinge quem trabalha no local, ela também pode deixar uma imagem negativa da marca e do produto junto ao público [no caso de empresas que recebem clientes em sua sede]".

Economia

Silvia alerta ainda que uma simples atualização das instalações elétricas, com a utilização de produtos adequados, pode gerar uma economia de até 30% na conta de luz das empresas.

Outra medida bastante aplicada é substituir as lâmpadas existentes por lâmpadas com menos potência, mas que fornecem o mesmo nível de luz com menor consumo de energia. "No caso das lâmpadas fluorescentes, muita gente já percebeu que embora custem um pouco mais, a durabilidade é até 60% maior, trazendo uma economia a longo prazo", conclui Silvia.

Por Luana Cristina de Lima Magalhães - InfoMoney

13 de maio de 2009

Competindo com a garotada

No filme "À procura da felicidade", Chris Gardner (Will Smith) é um desempregado com sérios problemas financeiros, que busca uma carreira estável para poder sustentar o filho. Eis que surge uma oportunidade para estagiar no setor de vendas de uma grande empresa. Mas ele se depara com um desafio: competir com jovens que têm muito mais tempo e condições para estudar e se dedicar ao trabalho do que ele.

O filme traz um dilema da vida real não muito comum, pois poucos são aqueles corajosos o bastante para, após anos de carreira, começar do zero e mudar de área, justamente à procura da felicidade, como insinua o filme.

A verdade é que está cada vez mais difícil competir com os jovens que estão entrando para o mercado de trabalho agora. Eles parecem ser mais criativos, arrojados, ariscos, desafiadores. Isso sem falar da vocação para lidar com a tecnologia, já que cresceram diante do mundo virtual.

Competindo com a garotada

O gerente da Robert Half, Roberto Britto, diz que os profissionais que decidem recomeçar em um patamar mais baixo em suas carreiras, e se veem diante da necessidade de competir com os mais jovens, não devem ser reféns dessa situação. "Trace uma meta a ser atingida e construa os caminhos para tal", aconselha.

"O que não pode é não ter garra e vontade, porque isso muitos profissionais da geração Y (que hoje têm entre 20 e 30 anos) têm de sobra", acrescenta. "Eles visam ao retorno mais rápido de seus esforços e ficam impacientes diante da demora da promoção", garante o especialista.

Use sua bagagem!

A principal dica de Britto é: concilie os pontos positivos da geração Y com seus próprios pontos fortes e obterá resultados rapidamente. As pessoas com mais tempo de estrada têm a experiência tanto profissional quanto de vida a seu favor; costumam agir com mais maturidade no ambiente profissional e, no momento atual, contam com uma vantagem valiosa: já passaram por outras crises econômicas, de forma que não estão apavoradas ou temerosas. E as empresas estão precisando dessa tranquilidade.

"Aproveite o convívio com os mais jovens para abrir a cabeça e absorver seus inusitados pontos de vista e conhecimentos", diz Britto, que citou como exemplo a ligação dessa geração com as redes sociais, ferramenta muito útil para conhecer pessoas e ampliar a rede de relacionamentos profissionais.

Não importa o quanto saiba, seja humilde!

Outro conselho é: seja humilde e flexível. "O profissional com mais anos de estrada não pode ser inflexível apenas porque é mais experiente, ou porque acredita que sabe mais. Aprenda com a garotada, para que possa ter mais vantagens competitivas". Por fim, não se esqueça que é essencial saber trabalhar em equipe e "se misturar", se quiser ser bem-sucedido neste desafio.

Por Karin Sato - InfoMoney

8 de maio de 2009

Como gerir pessoas a partir do perfil comportamental

Hoje, de acordo com a ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos) o Brasil tem aproximadamente seis milhões de empresas e um milhão de profissionais que atuam em gestão de pessoas, seja em recursos humanos, ou como supervisores, gerentes, diretores ou presidentes.

É um número pequeno, comparado à nossa população, mas é evidente que crescerá ainda mais nos próximos anos. Além disso, pequenas e médias empresas também estão atentas à importância da gestão de pessoas, pois o capital humano é o bem mais precioso atualmente. Isso sem falar que várias áreas como logística, transportes, jurídica, tecnologia, entre outras, estão despertando para a necessidade dessa atividade, já que a produtividade está diretamente ligada às pessoas satisfeitas e felizes dentro das companhias.

Porém, gerir pessoas não é só criar sistemas de benefícios, fazer relatórios, ou outras atividades rotineiras. Vai muito além, pois é preciso saber como gerir e, mais importante que isso: conhecer os colaboradores a fundo e permitir que as pessoas certas estejam nos cargos certos. Além de evitar turnovers, agir com sabedoria torna o clima organizacional muito mais agradável.

Mas para isso, é importante seguir algumas dicas importantes:

  • Além do currículo, na hora de contratar, o gestor precisa saber qual é o perfil comportamental adequado para o cargo. E isso pode ser obtido com importantes soluções tecnológicas bastante acessíveis para empresas de todos os portes, hoje em dia. Entre elas, estão diversas modalidades de relatórios, que se utilizam do PPA (Análise de Perfil Pessoal), que provê uma percepção ampla sobre o comportamento dos indivíduos no trabalho, respondendo a questões como: quais são seus pontos fortes e limitações? Eles têm iniciativa? Como se comunicam? O que normalmente os motiva?
  • Se um colaborador não está produzindo de acordo com as metas, em vez de demitir, procure saber qual é o seu perfil comportamental e, se possível, mude-o de posição. Além de economizar com indenizações, etc., a pessoa já conhecerá os valores da empresa;
  • É importante conhecer o perfil comportamental de toda a equipe gerida,assim o gestor pode ter uma visão macro de seus colaboradores, que vai alémdas competências profissionais de cada um deles;
  • Em momentos críticos, como cortes de colaboradores, por exemplo, é fundamental avaliar o comportamento dos envolvidos. Dessa maneira, o gestor consegue saber quem são os funcionários com potencial a ser aproveitado e podem demitir outros que não tenham um comportamento adequado. Além de evitar injustiças, mantém os profissionais certos na empresa.

As ferramentas atuais para ajudar os gestores estão cada vez mais modernas e com custos reduzidos, assim todos podem otimizar suas gestões, a exemplo de grandes empresas que fazem isso há muitos anos.


Victor Martinez é especialista em treinamentos comportamentais e gestão de pessoas. É CEO da Thomas Brasil e Vice-presidente de Operações da Thomas International Latinoamericana. Ainda é palestrante e consultor de empresas de grande porte, como Pirelli, Pfizer, Gol, Yamaha, Telemar, entre outras.

29 de abril de 2009

O tempo que não administramos

Você já reparou que o nosso tempo está cada vez menor? Notou que os meses estão voando, os dias encurtando, as horas desaparecendo, e, quando olhamos o relógio, o nosso dia chegou ao fim e nem terminamos o que precisávamos fazer, acumulando trabalho, atrasando compromissos ou deixando de fazer algo pessoal por administrarmos mal o nosso tempo?

Administrar é algo tão antigo quanto a própria história da humanidade, e o tempo foi fator primordial para as civilizações, pois através dele que se basearam muitas histórias, pois o tempo foi a base para planejamentos; no caso de quantos dias ficariam no mar, para levar mantimentos e demais suprimentos. Serviu de estratégia; para no cair da noite ou de madrugada, surpreender e derrotar os inimigos enquanto descansavam. Serviu de motivação; em forma de promessa, chegará o tempo que deixarão de serem escravos.

E assim foi, a palavra tempo, com tantos significados, para muitos povos, tribos, pessoas, cada um carregando uma forma de lidar com essa palavra, que no passado, era um grande aliado, hoje, em pleno século 21, tira o sono de muitos. Pois ele faz empresas perderem clientes, empregados perderem seus empregos, pais perderem a admiração dos filhos porque não foram assistir sua apresentação de dança na escola ou chegaram quando tudo terminou, porque não teve tempo de chegar antes...

O que será que estamos perdendo? Que importância damos a essas perdas? Como administramos o nosso tempo? O dia tem 1.440 minutos, e todos são muito preciosos para serem desperdiçados. Trabalho, família, religião, amigos, lazer, estudo, são tantas áreas de nossa vida que precisamos cuidar, que parece que não vamos dar conta do recado. O importante é nos dedicarmos o máximo em tudo, de modo que o nosso tempo seja bem aproveitado onde estivermos, e isso é ser inteligente, e usar essa inteligência é administrar o tempo que temos.

Será que chegou o tempo de planejarmos nossas vidas para o sucesso de uma maneira estratégica, procurando a motivação necessária para não só administrar esse tempo, mas nos tornarmos amigos dele?

Por: Jairo César Pereira

2 de abril de 2009

Navegar por lazer no trabalho pode elevar produtividade, diz estudo

MELBOURNE (Reuters) - Flagrado mandando mensagens no Twitter ou no Facebook durante o trabalho? Isso o tornará um funcionário melhor, segundo um estudo australiano que mostrou que navegar na Internet por diversão durante o trabalho aumenta a produtividade.

O estudo feito pela Universidade de Melbourne mostrou que pessoas que utilizam a Internet para fins pessoais no escritório são quase 9 por cento mais produtivas do que aquelas não o fazem.

O autor do estudo, Brent Coker, do departamento de administração e marketing, afirmou que "navegar na Internet por lazer no trabalho", ou WILB (na sigla em inglês), ajuda a aprimorar a concentração dos empregados.

"As pessoas precisam relaxar um pouco para voltarem a se concentrar", disse Coker no site da instituição.

"Pausas curtas e moderadas, como uma rápida navegação na Internet, permitem que a mente descanse, levando a uma concentração total maior para o dia de trabalho e, como resultado, aumenta a produtividade", acrescentou ele.

Segundo o estudo feito com 300 funcionários, 70 por cento das pessoas que usam a Internet no trabalho se encaixam na categoria WILB.

Entre as atividades mais populares de lazer estão a busca por informação sobre produtos, leitura de notícias e sites, jogos online e vídeos no Youtube.

"As companhias gastam milhões em softwares para impedir que seus empregados assistam a vídeos, acessem sites de rede social ou façam compras online com o pretexto de que isso custa milhões em perda de produtividade", explicou Coker. "Nem sempre este é o caso".

Entretanto, Coker afirmou que o estudo procurou pessoas que navegam com moderação, ou ficam na Internet menos de 20 minutos do tempo total que passam no escritório.

"Aqueles que se comportam com tendências compulsivas na Internet terão produtividade menor do que os outros", disse ele.

Yahoo Brasil
Reportagem de Miral Fahmy

27 de março de 2009

Dicas para reverter a insatisfação no trabalho

Quem trabalha desmotivado não consegue obter um bom rendimento, comprometendo toda a performance da equipe e o resultado final da empresa. O trabalho deve ser dotado de componentes básicos que são a produção e a felicidade, porque produzir sem ser feliz lembra escravidão. Mas ao invés de mudar essa realidade e apostar em uma nova oportunidade, boa parte desses profissionais se revestem de acomodação e medo, dois sentimentos que se tornam verdadeiras barreiras para que possam procurar uma nova oportunidade no mercado de trabalho.

Para quem está nessa situação, o consultor comportamental Wilson Mileris, que atua há mais de 25 anos na área de desenvolvimento de talentos humanos, aconselha que para identificar oportunidades o candidato deve fomentar seu network. "É importante que ele tenha informações e, se possível, contatos com pessoas da área ou da empresa para participar da seleção. Lembrando que a preparação deve ser considerada como fator preponderante para habilitar-se a ocupar uma vaga", revela o especialista.

Mileris destaca que estar apto exige estudo, desenvolvimento de novas habilidades, atualização e uma postura mental adequada, não só para identificar, mas usufruir das oportunidades que surgirem ao longo do seu caminho. "É determinante manter uma atitude proativa, pois os selecionadores mais experientes, via de regra, não definem o candidato só porque, num primeiro momento, atende às exigências da posição que irá ocupar", explica.

Entretanto, as empresas também devem manter uma política de qualidade que avalie constantemente o nível de comprometimento e satisfação do seu colaborador. Com essa medida, é possível identificar quando alguém não está satisfeito e corrigir o problema. “As empresas que possuem prêmios como do PNQ - Prêmio Nacional da Qualidade mostram a existência de práticas comuns utilizadas para alcançar a excelência. Estas, planejam suas ações na área de recursos humanos de forma integrada e sustentadora aos seus negócios, criam inúmeros e similares meios para conseguir o comprometimento de seus colaboradores e investem fortemente em treinamento e educação criando as competências necessárias para a realização daqueles planos”, aponta Wilson.

O especialista reforça que se a empresa investir no funcionário, pode se surpreender com o resultado. “Quem não conhece a historia lojas de departamentos Nordstrom. Certa vez, uma cliente queria seu dinheiro de volta porque os pneus comprados apresentaram defeito depois de oito mil quilômetros. Como era uma ótima cliente, o vendedor devolveu o dinheiro. Mas a questão é: a Nordtrom não vende pneus. Mesmo assim, o presidente da empresa ficou orgulhoso do vendedor, que tornou a cliente mais leal. Os seus gastos no futuro compensariam aquele valor devolvido. É claro que nenhuma empresa treina os seus empregados para isso, mas a atitude do funcionário mostra o nível de comprometimento dele. Se alguém ao ler isso afirmar que jamais tomaria tal decisão, realmente precisa buscar outras oportunidades”.

O consultor destaca sete importantes dicas para que o profissional não tenha medo de arriscar:

1 - Ter uma visão positiva do futuro
Pessoas dotadas de visão positiva do futuro podem romper sólidas barreiras de conformismo e resistência, sonhando e criando ideais para suas vidas.

2 - Ter um propósito, um objetivo definido
Cada um anseia por uma sensação de propósito e significado na vida. Para estar vivo, é preciso ter um propósito em relação a algo além de si mesmo. Ter um propósito é um fator primordial para lutar por tudo que vale a pena ter.

3 - Reconhecer seu valor
Não existe, nunca existiu e nunca existirá outro ser humano exatamente como o outro. É preciso reconhecer seu valor e adotar a postura de um vencedor. Seja qual for o momento que se está vivendo, é importante lembrar que isto também passará.

4. Tolerância à frustração
Em vários momentos da vida acontecem reveses. Considerando que isso fenômeno ocorre com qualquer pessoa, é frequente observar que a maioria se abate e desanima. Essa baixa tolerância à frustração gera o medo do fracasso que deve ser entendido como um "revés temporário". Nem o revés, nem a adversidade podem transformar-se em fracasso se forem encarados como "mestres" que ministrarão um aprendizado necessário. Os campeões sabem que não há evolução senão por meio dos tropeços, ou melhor, dos "revezes temporários".

5. Imunizar-se contra o negativismo.
As influências recebidas diariamente podem ser classificadas sob dois aspectos: as positivas e as negativas. Para poder arriscar sempre, é essencial filtrar essas influências e só aceitar as positivas. É comum atender ao telefone e ouvir alguém falar coisas negativas sobre a própria vida deles ou dos outros. Depois de desligar o telefone, normalmente surge uma sensação de que as coisas não estão indo bem. Isso é ficar negativo. Para aumentar a confiança e arriscar mais, é importante criar uma imunidade contra o negativismo.

6. Estar preparado para a oportunidade quando ela chegar
Preparar-se implica estudar mais. Fazer um plano de ação para desenvolver o máximo de competências para poder se habilitar e arriscar mais. Hoje, mais do que nunca, o autodesenvolvimento consta da cartilha dos grandes executivos. Sempre é tempo de aprender novas habilidades. Diversificar o aprendizado. Procurar se fortalecer naquilo que tem mais dificuldades. Preparar-se.

7. A pior tentativa é aquela que não foi feita
Grandes projetos pessoais são abandonados porque os seus autores acharam que não podiam, que não daria certo. Grandes negócios deixaram de ser realizados porque alguém teve medo de tentar. Em qualquer situação, é melhor tentar sempre. Desligar o botão do "achismo" ou "achômetro" e tentar. O pior que pode acontecer é ficar do jeito que está. Arriscar sempre.



25 de março de 2009

O que você quer?

Por: Jairo César Pereira

Sempre digo para os meus alunos e para as pessoas que convivo "se você não sabe onde quer chegar, qualquer caminho estará errado!". Saber o que queremos, como conseguir e estar na direção é uma questão de planejamento, vontade e atitude. As pessoas ficam observando o sucesso alheio e esquecem de olharem para si, e quando despertam para a vida, já percorreram um longo caminho na direção errada, ou caminharam como expectadores e não protagonistas de sua própria vida.

Tomar decisões, lidar com nossos conflitos internos ao ponto de exteriorizá-los da melhor maneira possivel não é tarefa fácil, pois exige preparo e muitas vezes coragem para enfrentar-mos nossos medos.

Separei abaixo um video que considero muito verdadeiro e que nos faz refletir sobre a vida que levamos, queremos, mexe com nossos sonhos e realidade, ao ponto de instigar-nos a sairmos da mesmisse e nos tornar-mos pessoas incríveis, fazermos a diferença onde quer que estejamos. Espero que gostem, e tornem-se pessoas admiráveis.





20 de março de 2009

O que aconteceu?

Por: Jairo César Pereira

Diversas pessoas caminham muitas vezes sem rumo, sem um destino traçado ou até mesmo sem saberem onde querem chegar. É comum às pessoas viverem conforme aquela música “deixa a vida me levar...”, mas se esquecem que sem direção, sem uma rota traçada o destino poderá ser muito diferente do que se imagina, sem contar com as surpresas indesejáveis.


Nem sempre é possível fazer o que se gosta, e sempre ouvimos que devemos gostar do que fazemos. Isso se torna uma verdade, pois afinal, se todo mundo fosse fazer o que gosta, não teríamos as coisas que gostamos.

Muitas vezes fico observando às pessoas, e confesso que adoro, pois me surpreendo direto. Cada ser humano torna-se único e sempre é possível extrairmos deles algo de bom. Aprendi também que pessoas são contagiantes, e se eu me aproximar de pessoas alegres, sorridentes, logo me contamino. O contrário também é verdadeiro, e digo que muitas vezes é possível sentirmos até a dor que o outro está sentindo de tanto ouvi-lo reclamando.

Existem três tipos de pessoas: as que deixam acontecer, as que fazem acontecer e as que perguntam o que aconteceu.” (John Richar)

O que aconteceu, o que está acontecendo, o que vai acontecer? Perguntas como estas são indagadas constantemente por pessoas que de certa forma aceitam a situação que se encontram, pessoas que pelos mais variados motivos se acomodam e não partem para as próprias conquistas, e ficam vendo o vizinho, a família, o colega de trabalho, a concorrência, alcançando cada vez mais o sucesso, observam a alegria, entusiasmo e não entendem o porquê de tudo isso.

Acordar enquanto há tempo e iniciar uma caminhada na direção certa é um bom caminho para se chegar lá, pois afinal, de que adianta a velocidade se estivermos na direção errada?