ADMINISTRAÇÃO: O GRANDE SEGREDO ESTÁ NO ÓBVIO
Administração: o grande segredo está no óbvio Entenda com Peter Drucker por que o caminho para os grandes resultados não está nas fórmulas complicadas, mas sim nas mais simples Para se conhecer a essência da Administração, nada melhor do que recorrer a Peter Drucker, considerado o guru dos gurus.
DEZ DICAS PARA SE DAR BEM NO AMBIENTE CORPORATIVO
Muitos profissionais não sabem agir em um ambiente corporativo. Para o sócio-fundador da Alliance Coaching, Pablo Aversa, transitar com eficácia e agilidade em uma empresa está diretamente ligada à capacidade de cada profissional em aceitar e assimilar as complexidades de cada empresa.
OS 7 ELEMENTOS QUE FORMAM UMA MARCA
Quando olhamos para um logo da Coca-Cola, do símbolo da Nike, do ícone do Android ou até mesmo para o boneco gordinho da Michelin, às vezes esquecemos que aquilo representa uma organização.
O QUE FAZER QUANDO SEU CHEFE TRABALHA AO LADO
Muitos escritórios abandonaram o formato tradicional de baias e sala do chefe em um canto afastado por uma área open office, que privilegia comunicação e contato entre os colegas.
7 CARACTERÍSTICAS DE PROFISSIONAIS INDISPENSÁVEIS
De acordo com especialistas, entregar resultados é essencial, mas não é tudo; veja o que também importa para ter uma carreira de sucesso. Profissionais com um currículo de tirar o fôlego e
13 de julho de 2012
Os 7 elementos que formam uma marca
26 de dezembro de 2009
Formalização garante seis benefícios da Previdência Social
Formalização garante seis benefícios da Previdência Social
4 de novembro de 2009
Se não encontrar uma porta, construa a sua
19 de junho de 2009
Procura-se um cliente que goste de ser cliente

10 milhões de empreendedores
Equipe da Full Interactive: com apenas dois anos, agência já tem faturamento previsto de 800 mil reais para 2009Portal EXAME - Ser dono do próprio negócio é o objetivo de um crescente número de profissionais brasileiros, seja para evitar eventuais cortes nas empresas ou para pôr em prática uma ideia considerada inovadora, como o empresário Gabriel Tosi, de 28 anos. Ele largou a carreira de redator publicitário para criar a agência de assessoria de imagem em mídias sociais Full Interactive (leia essa e outras histórias de empreendedores aqui). Segundo consultorias de recursos humanos
25 de maio de 2009
Motivos que dificultam a entrada dos jovens no mercado
Na opinião do presidente da ABRH-DF, Manoel Oliveira, o problema está na faculdade. "As faculdades, no Brasil, raramente estimulam o empreendedorismo, formando pessoas para a busca de um emprego. Muitos jovens que hoje buscam uma vaga no mercado de trabalho e não têm sucesso, precisariam ser preparados para enxergar o mundo como empreendedores".
Qualificação
Para a presidente da ABRH-SP, Elaine Saad, a formação educacional do jovem brasileiro ainda é precária o que agrava o problema.
"Normalmente, as empresas procuram profissionais com um perfil bastante completo, que nossos jovens, em geral, ainda não têm. Apenas uma minoria consegue se formar em uma instituição sólida, que garante boa formação. Assim, para solucionarmos o desemprego crônico dos jovens, seria importante prepará-los melhor para o mercado de trabalho", disse Elaine.
Uma possível solução para este problema seria a parceria entre as empresas e as universidades. Em Santa Catarina, há uma evolução dos jovens no mercado de trabalho, ainda que tímida, especialmente proporcionada pelos programas de estágio desenvolvidos por universidades e empresas, segundo explicou o presidente da ABRH-SC, José Itajara.
Estímulo aos estudos
De acordo com a vice-presidente da ABRH-PE, Sandra Camelo, embora exista uma pressão social para que os jovens entrem para o mercado de trabalho o mais cedo possível, a conclusão do ensino médio não é mais diferencial.
"O prêmio salarial praticamente dobra a cada conclusão de nível educacional, o que demonstra que o lugar do jovem é na escola, por isso, eles deveriam ser apoiados e estimulados a estudar".
Por Luana Cristina de Lima Magalhães - InfoMoney
23 de maio de 2009
Empresa transforma esterco de vaca em tijolos
Um empresa da Indonésia, a EcoFaeBrick, pensou em uma solução lucrativa para os estercos que se acumulavam nas fazendas do local: usou-os para fazer tijolos. Além de movimentar a economia rural e dar um destino limpo para os dejetos, os fabricantes garantem que o material ajuda a preservar cerca de 53 hectares de terras produtivas, que seriam destruídas pela exploração de argila usada no bloco comum.Feitos com 75% de esterco, os tijolos da EcoFaeBrick são 20% mais leves que os demais, mas 20% mais resistentes, segundo o fabricante. E não pense que é mais caro ou fedido construir com o produto, pois custa o mesmo preço dos tilojos de argila e não tem cheiro.
No próximo projeto de expansão da marca serão contempladas 22 áreas ao redor da Indonésia. No entanto, a empresa já identificou outros 22 países com potencial para produzir os tijolos especiais, dentre eles, o Brasil.
Fonte: PEGN
21 de maio de 2009
Lenovo anuncia entrada no varejo
A chinesa Lenovo anunciou hoje sua entrada no varejo brasileiro de PCs. Em entrevista coletiva, a companhia apresentou três modelos de notebooks que devem estrear as vendas da empresa aos consumidores finais no país. Inicialmente estarão disponíveis um netbook e dois notebooks da marca, com preços entre 1.800 e 2.600 reais.A primeira rede varejista a oferecer o produto é a Fnac, mas segundo os executivos da empresa, outras redes de grande varejo já estão em negociação. A Lenovo chega depois de praticamente todos os fabricantes estrearem no varejo. Segundo Tomaz Oliveira, presidente da companhia por aqui, a razão foi a preparação para a operação local. "Decidimos só entrar quando tivéssemos as operações maduras em manufatura, serviços, pressoas e processos, o que aconteceu há três meses", disse Tomaz Oliveira, presidente da Lenovo Brasil.
Nos Estados Unidos, há Lenovo começou suas vendas no varejo há cerca de um ano. No méxico, há seis meses. Embora a companhia tenha apresentado apenas modelos de portáteis até agora, a intenção é anunciar desktops em breve. "Queremos brigar pela liderança do varejo de PCs até 2011", diz Ayrton Tadeu Testa, diretor da unidade de varejo. Guerra de preços está fora da estratégia da companhia. A ideia é apresentar produtos com funcionalidades sofisticadas pelo preço padrão de mercado, como é o caso da ferramenta de reconhecimento da face do usuário do equipamento, função presente em todas as máquinas de consumo da empresa.
Algo que chamou a atenção no anúncio da Lenovo, porém, foi o fato de seu netbook e seu modelo de entrada de notebook, custarem exatamente a mesma coisa: 1.799 reais. Fica a sensação de que existe alguma chance de o alto custo sufocar de certa maneira o preço dos netbooks, mas os executivos argumentam que a proposta de consumidor é diferente -- sendo que os netbooks são direcionados principalmente para quem já tem computador e prefere um equipamento menor e de qualidade. "A finalidade é diferente e a proposta é atingir um consumidor disposto a pagar por essa mobilidade", disse Testa. A companhia começou a estruturar suas operações por aqui em julho do ano passado. De lá para cá, estruturou a operação de vendas e contato com os varejistas, treinou o pessoal de suporte - o atendimento feito pela Getronics -- e deu o pontapé inicial para a fabricação.
A produção é terceirizada e feita no Estado de São Paulo pela Compal e pela Quanta. As fabricantes asiáticas fazem parte de um acordo global da Lenovo de manufatura, e, segundo Oliveira, ajuda a evitar um problema atual para as empresas de PCs: a falta de componentes. "Não estamos com dificuldades de encontrar partes para os PCs. Essa é justamente uma das vantagens de termos fornecedores globais", disse Oliveira ao Zeros e Uns. Inicialmente a Lenovo não pretende vender diretamente pela internet, como faz a Dell, como forma de não concorrer com seus parceiros do varejo. "Queremos neste momento fortalecer o relacionamento com o varejista para ganhar presença nacional", disse Testa. Redes regionais também são a aposta da marca, como a Colombo, que atende o Sul e Sudeste do país. Hoje, 56% do mercado de PCs no Brasil é doméstico. Incluindo as pequenas e médias empresas, esse percentual sobe para 64%.
Por Camila Fusco
Fonte: Portal Exame
24 de março de 2009
Na era da informação, empresas buscam talentos empreendedores
O ambiente atual, por exemplo, possibilita a oportunidade de o profissional atuar em novas frentes de trabalho. Hoje há diversos setores e áreas que permitem que esse profissional esteja apto a desempenhar duas ou mais funções. Praticamente não há limitações se a pessoa tiver competência, discernimento, curiosidade, capacidade de aprender e energia suficientes para lançar-se em novas frentes ou reconfigurar as atividades que até então não desenvolvia.
As pessoas mais atentas e sintonizadas com a “economia do conhecimento” já perceberam que a obsolescência de conhecimentos (e de modelo mental) é um fenômeno assustador e que atinge a todos. A velocidade das mudanças, as inovações constantes, o acesso às tecnologias e as novas exigências de mercado, para o bem e para o mal, provocam desconfortos.
Os que acompanham as mudanças de seu tempo terão que “descobrir necessidades e atendê-las”, criando mais frentes de trabalho e renda para si e para outros. E não há nada de confortável nisso. É trabalho duro e ininterrupto.
A verdade é que cada vez mais espera-se que o profissional seja um especialista, mas que tenha também habilidades complementares. A pessoa talentosa é aquela que possui uma competência em grau de excelência, uma expertise. É por isso que é contratada, é isso que define a sua presença na folha de pagamento.
Empowerment
Um discurso que ganhou força na década de 70 é que as pessoas precisavam ser mais generalistas e menos especialistas. O que se queria dizer é que a nova economia exigiria pessoas abertas ao conhecimento e ávidas por aprender. Era um alerta para que não se limitassem a uma área de conhecimento, de negociação, de relacionamentos, de visão de negócios. Entrávamos na era do empowerment.
Nas empresas, níveis hierárquicos desapareceram, cargos de gerentes e supervisores foram drasticamente diminuídos e mais poder foi dado às pessoas – o que exigiu mais saber. Exigiram-se competências para além da expertise básica – o que possibilitou que as pessoas enxergassem novas oportunidades para aplicação de sua experiência e de suas habilidades extras.
Essa atitude se faz muito necessária nos dias de hoje. O profissional tem de ser multitarefa, embora, poucos se dêem conta disso. Os que preferem o conforto do conhecido, do tradicional, do consagrado, do aprendido, podem descobrir que o conforto é só aparente: que a obsolescência os ronda e ameaça seus empregos e estilos de vida.
Por Luiz Alberto Ferla - www.administradores.com.br
20 de março de 2009
Mais de 700 mil empresas são criadas por ano
No último ano analisado, porém, foi verificado um grande número de empresas que deixaram de existir (664.489), que contribuíram para um saldo modesto de 46.379 empresas. Em 2001, tal saldo chegou a 499.026 empresas. Entre 2000 e 2006, o número de empresas no país pulou de 3,7 milhões para 5,1 milhões.
Os dados fazem parte do levantamento "Demografia das Empresas 2006", divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O estudo, que se concentrou em 5,1 milhões das 5,7 milhões identificadas, revela que 30,2 milhões de pessoas estavam empregadas nessas empresas em 2006, das quais 77,2% eram assalariadas. Foram pagos R$ 324,5 bilhões em salários e outras remunerações, o correspondente a um salário médio mensal de R$ 1.072, ou 3,2 salários mínimos mensais. Em média, cada empresa empregava seis pessoas.
Cerca de 92% das empresas em questão eram de pequeno porte (microempresas), sendo que mais da metade (53,4%) pertenciam ao comércio, seguido pelas atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados às empresas (12,7%) e pelas indústrias de transformação (10,3%). As grandes empresas significaram apenas 0,2% do total. Ao mesmo tempo, absorviam 32% do pessoal ocupado, 41,4% dos assalariados e eram responsáveis por 57,7% do total de salários e outras remunerações no ano.
O comércio empregou 31,5% das pessoas em 2006, seguido pela indústria de transformação (25%) e atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados às empresas (13,8%).
As microempresas pagavam, em média, R$ 654 (1,9 salário mínimo mensal). Já o salário médio das grandes empresas chegava a R$ 1.494 (4,4 salários mínimos mensais), indicando diferença de 128,4%. As grandes empresas pagaram salários 39,4% acima da média nacional. Em relação à idade das empresas ativas em 2006, 40,6% eram novas (com até cinco anos), enquanto 39,2% tinham 10 anos ou mais.
Fonte: PEGN
27% das empresas no Brasil fecham no primeiro ano
A empresária Andrea Mesquita foi à feira de empreeendedores de Caruaru, em Pernambuco, em busca de idéias para um novo negócio. Um dos vendedores do local deu algumas sugestões: "temos máquina para churrasquinho, churros, sorvete e caldo de cana”, declarou ele.
Para Andrea, todas as sugestões são bem-vindas. Só um negócio ela não quer de jeito nenhum: voltar para a padaria. “Nunca mais, nunca”, diz ela, que afirma ter “perdido muito”. Andrea quebrou. Teve restaurante, choperia e ganhou dinheiro. A sorte virou quando comprou uma padaria. Mas ela não vai desistir. “Antes de quebrar eu tive alguns êxitos, então a coisa não tá tão perdida. Ainda há esperança”, afirma.
Fracasso
No Brasil, 27% das empresas fecham no primeiro ano de funcionamento, média de um fracasso entre quatro novos negócios. E o índice já foi pior: ele chegava à 35% nove anos atrás, de acordo com o Sebrae. Para o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o empreendedor não deve se amedrontar frente a possibilidade de um eventual fracasso.
"Ele tem que ter sempre a coragem, a responsabilidade de enxergar, de conhecer, de receber informações e nunca desistir. Perseverança, isso é o que recomendamos como característica muito fiel daqueles que queiram ter sucesso”, diz Ricardo Tortorella, diretor da entidade.
Burocracia
O risco está sempre presente, em maior ou menor grau, em qualquer negócio, aqui no Brasil e em todo o mundo. Mas, ao montar uma empresa, o brasileiro enfrenta uma dificuldade que tem raízes fortes neste país: a burocracia. Para abrir uma empresa é preciso juntar 14 documentos, inscrições e senhas. Se for uma loja, por exemplo, o processo pode demorar dois meses. Para uma industria, a papelada só fica pronta em seis meses.
O empresário Gustavo Barbedo enfrentou esse pesadelo ao montar uma fabrica de roupas para ciclismo, 18 anos atrás. Nos primeiros dois anos, sem dinheiro para se legalizar, funcionou na clandestinidade. Agora, com a fábrica estruturada, abriu filial nos Estados Unidos e descobriu que tudo é muito mais facil por lá.
"Não tem nem comparação. Lá dei entrada num dia nos papéis, e dois dias depois estava tudo pronto para funcionar”. E os impostos? “O único imposto que a gente paga é quando o sócio retira dinheiro da empresa e aí paga imposto de renda."
Em um ambiente mais favorável aos negócios, Barbedo poderia ampliar a fábrica e empregar mais costureiras. Hoje são vinte, todas registradas. "Estou satisfeita porque estou trabalhando”, diz uma delas. "Aqui já tem a garantia de carteira assinada. Ainda mais agora que eu estou grávida. Para mim é melhor”, completa funcionária Luciana Ponciano.
Fonte: PEGN
Cenários para as MPEs 2009-2015
Clique na figura para melhor visualização.
Fonte: SEBRAE-SP
Mortalidade de empresas
10 anos de monitoramento da sobrevivência e mortalidade de empresas – out/08
A pesquisa mostra que 27% das empresas paulistas fecham em seu 1º ano de atividade. Essa taxa de mortalidade empresarial é elevada, porém é a menor taxa de fechamento de empresas em 10 anos de monitoramento por parte do SEBRAE-SP.
O estudo também identifica as principais causas que levam ao fechamento das empresas:
* comportamento empreendedor pouco desenvolvido;
* falta de planejamento prévio;
* gestão deficiente do negócio;
* insuficiência de políticas de apoio;
* flutuações na conjuntura econômica;
* problemas pessoais dos proprietários.
Fonte: SEBRAE-SP
Os 10 mandamentos para um "chefe" destruir a empresa sem fazer força
Você é um chefe e estar atrás desta mesa enorme não é à toa. Você tem que ficar sentado aí o dia inteiro. Os outros é que devem vir até você... Arme-se logo contra os espertinhos independentes... Crie a Central de Centralização, ou seja, a sua própria mesa. Tudo deve passar por você. Não deixe nada de fora. Afinal, essa é a sua função. Crie o "Você Decide" na sua empresa, onde todos têm que ligar para o seu número telefônico e pedir autorização. Não deixe escapar nada, nem mesmo se algum funcionário deve receber vale-transporte para ônibus, metrô ou bicicleta. Controle tudo.
2ª lei - A inteligência burra
Valorize sempre os funcionários "puxa-saco". Aqueles que fazem tudo aquilo que você manda, do jeito que você manda. Bom funcionário é aquele que faz exatamente o que você quer.
3ª lei - A comunicação
A comunicação é sua fonte do poder e de mais ninguém. Um chefe sabe muito bem que quanto mais explicar como funcionam as coisas, menos os funcionários entenderão. Quanto mais se explica, mais desconfiados eles ficarão, mais facilmente sabotarão as suas idéias, mais rapidamente darão risadas pelas suas costas. Ora, você é um excelente chefe, então por que tolerar isso? Os seus funcionários não têm e nunca vão ter capacidade para entender os detalhes técnicos ou gerenciais. Isto vale dizer que quanto menos você se expor e menos falar, mais eles vão trabalhar e produzir.
4ª lei - O cliente em penúltimo lugar
"Cliente tem sempre razão" desde que concorde com suas idéias. Adote esse pensamento. Essa história de ficar preocupado com aquilo que o cliente deseja é pura tolice. O cliente nunca sabe o que quer, sempre causa transtorno, reclama de tudo sem razão alguma, cria sempre problemas de toda ordem. Portanto, em vez de gastar tempo e dinheiro procurando saber o que ele deseja, faça aquilo que for mais interessante para a sua administração. O cliente não entende do seu negócio. É um leigo. Não sabe nada de gestão e só dá opinião errada. Você tem sempre razão e uma desculpa pronta para dar em diversos idiomas.
5ª lei - O funcionário em último lugar
Um chefe que se preze tem a obrigação de valorizar o funcionário. Depois, é claro, de ter valorizado todo o resto. Colocar o funcionário como prioridade só traz despesas extras. O importante são os processos. Os funcionários têm que se adaptar a sua realidade. Não se preocupe em formar equipes ou times competentes e comprometidos com a sua empresa. Ninguém dura para sempre.
6ª lei – Criatividade
Para uma empresa funcionar cada vez melhor e produzir cada vez mais, o chefe deve investir em criar atividades. Criar cada vez mais atividades para seus funcionários, a fim de não deixá-los um minuto sequer ociosos. Faça-os controlar o consumo de clips, canetas, borracha, lápis, papel, envelopes e xerox no setor. Exija um relatório mensal dos produtos consumidos e um "Business Plan" anual de consumo. Com essas tarefas sendo criadas, você verá a produtividade aumentar estrondosamente.
7ª lei - Solução de conflitos
Conflitos sempre existirão. Então por que perder tempo para resolvê-los? Os conflitos devem ser ignorados. Um bom chefe não pode perder tempo, produtividade e dinheiro com pequenos detalhes. Afinal, em cada conflito os funcionários sempre passam a defender um dos lados e transformam um desentendimento sem importância em uma comoção descontrolada. E além disso, os conflitos sempre criam fofocas e boatos que facilitam as condições e os relacionamentos de trabalho. Quando os conflitos aparecerem, faça de conta que eles não existem. Seu tempo é precioso demais para isso.
8ª lei - Política salarial
Mostre aos seus funcionários o custo total de despesas com pessoal. Comece a reformular a política salarial da sua empresa: corte os vale-transporte - caminhar faz bem à saúde. Essa decisão é importantíssima. Contenção de despesas começa com os salários e benefícios. Não esqueça de mostrar o quanto a empresa gasta com contribuições para o governo. E se algum funcionário engraçadinho pedir aumento de salário, demita-o.
9ª lei - Mostrar respeito
Cada pessoa que trabalha para você é um indivíduo. Por isso eles não precisam de elogios. Precisam de críticas para trabalhar mais e mais. As pessoas gostam de ouvir que elas não estão trabalhando direito, isso incentiva mais o trabalho. Critique tudo e todos.
10ª lei – Autoridade
Os funcionários precisam de certa autoridade para realizar o seu trabalho. Eles precisam saber que é você que manda. Crie um clima de tensão. Assim eles vão trabalhar mais e não vão ficar passeando pelos corredores ou setores vizinhos. Se você pegar algum funcionário fora do seu setor de trabalho dê uma suspensão de 10 dias. Sua autoridade é poder.
(Autor desconhecido)







