ADMINISTRAÇÃO: O GRANDE SEGREDO ESTÁ NO ÓBVIO

Administração: o grande segredo está no óbvio Entenda com Peter Drucker por que o caminho para os grandes resultados não está nas fórmulas complicadas, mas sim nas mais simples Para se conhecer a essência da Administração, nada melhor do que recorrer a Peter Drucker, considerado o guru dos gurus.

DEZ DICAS PARA SE DAR BEM NO AMBIENTE CORPORATIVO

Muitos profissionais não sabem agir em um ambiente corporativo. Para o sócio-fundador da Alliance Coaching, Pablo Aversa, transitar com eficácia e agilidade em uma empresa está diretamente ligada à capacidade de cada profissional em aceitar e assimilar as complexidades de cada empresa.

OS 7 ELEMENTOS QUE FORMAM UMA MARCA

Quando olhamos para um logo da Coca-Cola, do símbolo da Nike, do ícone do Android ou até mesmo para o boneco gordinho da Michelin, às vezes esquecemos que aquilo representa uma organização.

O QUE FAZER QUANDO SEU CHEFE TRABALHA AO LADO

Muitos escritórios abandonaram o formato tradicional de baias e sala do chefe em um canto afastado por uma área open office, que privilegia comunicação e contato entre os colegas.

7 CARACTERÍSTICAS DE PROFISSIONAIS INDISPENSÁVEIS

De acordo com especialistas, entregar resultados é essencial, mas não é tudo; veja o que também importa para ter uma carreira de sucesso. Profissionais com um currículo de tirar o fôlego e

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7 de agosto de 2010

Gestão, a diferença está nos detalhes

Um  fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um  jornal:

Estes  quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que  conhecemos.

Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar.  Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome:

4 de novembro de 2009

Se não encontrar uma porta, construa a sua

Sem sorte, ninguém se dá bem na vida. Mas, sem falsa modéstia, ajudei muito a sorte, tendo uma visão de onde queria chegar e fazendo tudo o que fosse lícito e estivesse ao meu alcance para chegar lá

Por Marcelo Cherto*

19 de junho de 2009

Procura-se um cliente que goste de ser cliente


Falar de cliente, excelência e qualidade no atendimento, postura e comportamento dos atendentes, marketing de relacionamento, entre outros, são assuntos que permeiam o diálogo entre empresários e profissionais da área de vendas, marketing e afins. Livros são publicados constantemente, artigos, palestras, treinamentos, fazem parte desse universo que parece ser tão desafiador sua compreensão e desperta nos gerentes e empresários uma curiosidade ou fonte de desejo como solução para seus problemas de lucratividade, levando-os a promoverem reuniões, cursos, palestras, treinamentos, workshop, aos seus colaboradores, sem uma participação espontânea, mas como forma de sobrevivência na empresa, o que pode ser arriscado.

22 de maio de 2009

Cliente oculto mostra as falhas de atendimento

Pessoas contratadas pela rede visitam as lojas como se fossem consumidores comuns e analisam o tratamento recebido


Para saber quais eram as impressões dos clientes sobre a sua franquia, Flávio Conrad, franqueador da Restaura Jeans, rede com 211 lojas especializadas em tingimento, costura, customização, limpeza e renovação de couro, adotou a estratégia do cliente oculto.

Por meio de uma empresa de soluções de atendimento, a Cliente Amigo, pessoas foram contratadas e treinadas para ir até as lojas e analisar o atendimento recebido. Elas entravam nas franquias como se fossem clientes comuns e os vendedores nem desconfiavam que elas estavam ali para encontrar falhas no serviço oferecido.

O resultado do trabalho mostrou a Conrad que um dos maiores problemas da franquia estava em pequenos detalhes. Para os consumidores, as linhas e retalhos que caíam no chão durante as atividades corriqueiras das lojas eram vistos como sujeira e alguns achavam que as linhas eram até mesmo cabelo. As opiniões fizeram com que o projeto das lojas fosse completamente modificado.

No entanto, esse não foi o único motivo de tais mudanças. Os clientes ocultos também descobriram que os vendedores não ofereciam todos os serviços da loja e, dificilmente, conseguiam efetuar a segunda venda.

Duas soluções foram adotadas para essa falha. As lojas perderam o balcão de atendimento para que o cliente possa transitar livremente pelo espaço e foram dispostos painéis explicativos dos serviços oferecidos nos arredores do estabelecimento.

A segunda tática foi premiar com R$ 30 cada vendedor que mostrasse para o cliente oculto a revista da marca, a Restaura Mais, que traz reportagens mostrando os serviços da franquia e funciona como uma espécie de catálogo.

Todo o processo aumentou a motivação dos funcionários e diminuiu as reclamações no serviço de atendimento ao cliente (SAC), ao mesmo tempo que aumentou o registro de elogios pelo mesmo canal e elevou as vendas de um segundo serviço em 8%.

Conrad explica o porquê do sucesso: “O franqueado muitas vezes demora para aceitar as opiniões dos consultores da marca ou do franqueador. E, nesse caso, ele entende como uma recomendação do próprio consumidor.”


Por Juliana Belda - PEGN

20 de maio de 2009

Para onde segue o gasto do brasileiro

Estudo aponta que as classes D e E lideram o aumento do consumo de itens básicos nos últimos anos.

A economia brasileira conhecerá um novo perfil de consumo em 2009. É o que mostra o estudo “Comportamentos de Consumo das Classes Sócio-Econômicas”, realizado pelo Instituto de Pesquisas Fractal, cujos resultados já consideram a influência causada pela crise financeira mundial. “Cada vez mais exigente e racional, o consumidor está em busca da qualidade suficiente, muito sensível a preço e consciente no exercício de seu poder de compra”, afirma Celso Grisi, diretor-presidente da Fractal.

De acordo com a pesquisa, a demanda das classes mais baixas (D e E) se apresenta ativa nos setores de alimentos, produtos farmacêuticos, vestuário, eletrodomésticos, construção civil, higiene/limpeza e cosméticos. "Esse segmento de renda inferior concentra seus recursos financeiros em itens básicos", afirma Grisi. A classe E é aquela com renda familiar mensal média de R$ 329, enquanto a da classe D é de R$ 573. "Quando observamos o aumento do consumo de bens essenciais, nos últimos anos, falamos das classes baixas. A classe apresentou aumento, e significativo nos produtos de luxo e nas marcas premium. Esses itens de luxo continuam apresentando aumento, mesmo após a crise, até porque essas despesas representam um percentual relativamente baixo quando comparado a renda do indivíduo da Classe A1 e parte da A2", destaca o especialista.

Ao analisar as classes C e B, cuja renda familiar mensal média é de R$ 861 a R$ 1.318 no primeiro caso, e de R$ 2.256 a R$ 3.994 no segundo, os gastos em 2009 ultrapassarão o básico, mas com determinadas restrições. A intenção se focará em imóveis (aquisição ou troca), construção civil (construção de imóvel), entretenimento e cultura, e alimentos. "Neste último caso, a atitude estará mais defensiva, aumentando as idas ao supermercado, diminuindo o tíquete médio da compra, além da troca de marcas para as mais baratas, bem como a procura por embalagens múltiplas com menor número de unidades”, diz o empresário da área de pesquisa de mercado.


Outros gastos listados no estudo cujos consumos deverão manter-se ativos nessas classes são eletrodomésticos e vestuário (para reposição), enquanto estarão em redução no consumo de serviços, como escola, dentista e saúde. "Em carros, as classes C e B comprarão usados em bom estado ou novos, com prioridade para modelos econômicos. É preciso lembrar que o consumo dessa parcela da população é muito dependente de crédito e, portanto, guardará relação com a oferta de financiamentos de seus preços e prazos”, complementa Celso Grisi.


Já no topo da pirâmide, as pessoas da classe A1, com renda familiar mensal média de R$ 14.950, direcionarão seus gastos em 2009 para o turismo interno, em detrimento do externo, por conta da desvalorização do real frente ao dólar. Além disso, a demanda será maior para marcas premium, carros importados, imóveis (para reserva de valor), segurança e as despesas no domicílio, já que a taxa de permanência no lar deverá aumentar, de acordo com o levantamento.

Fonte: Fractal – Forma, Acaso e Dimensão
HSM Online

19 de maio de 2009

O que é e para que serve o Endomarketing?

Empresas que possuem uma excelente Gestão Estratégica aplicam ações de Endomarketing com maior frequência e com isso, obtém como resultado, uma equipe comprometida e motivada, além de melhor produtividade e qualidade de vida no trabalho. Um programa de endomarketing bem feito é capaz de auxiliar e melhorar a compreensão e o comprometimento dos colaboradores, de forma a serem mais flexíveis e comprometidos com as mudanças organizacionais.

O Endomarketing é uma das ferramentas mais utilizadas para a melhoria do clima organizacional, facilitando as relações entre patrão e funcionário. Suas ações estão diretamente relacionadas ao departamento de Recursos Humanos da empresa.

Ele também é uma forma de aproximar o cliente, o produto e o empregado, tendo os clientes internos - colaboradores - como aliados nos negócios, com grande responsabilidade para o sucesso e aceitação dos produtos oferecidos. Através dele são realizadas ações focadas no público interno, tendo como objetivo a conscientização dos funcionários sobre a importância da excelência em atendimento ao cliente externo - superando as expectativas -, o valor de sua importância para a empresa e da atividade que executa. Com esta conscientização poderá colaborar para um bom ambiente de trabalho.

É necessário lembrarmos que as organizações são aglomerações humanas, com vários interesses comuns e distintos, e como todo processo de comunicação diferenciado, o Endomarketing tem papel imprescindível para a melhor obtenção dos resultados.

As opiniões dos clientes internos têm grande influência nas opiniões e perspectivas dos clientes externos. Assim, a sinergia entre as áreas de Marketing e Recursos Humanos tem grande diferencial para que assim sejam traçadas as melhores estratégias em busca de melhores resultados. O Endomarketing inicialmente atrai e retém o cliente interno, o qual, consequentemente, atrai e retém os clientes externos.

Vale ressaltar que o Endomarketing não é utilizado apenas para aceitação de produtos, mas também da imagem, seriedade, qualidade de vida e exemplo de instituição. Funcionários insatisfeitos com as condições de trabalho e com os produtos da própria empresa apresentarão "feedbacks" negativos no mercado, ou seja, uma propaganda negativa. Já, em se tratando de uma satisfação por parte dos colaboradores, estes irão "vender" os produtos e imagem da empresa para os clientes externos, de uma forma positiva.

Toda organização pode utilizar ferramentas de Endomarketing que melhoram a comunicação que podem gerar efeito motivacional e produz resultados significativos. Podemos citar algumas ferramentas como: Seminários, Reuniões, Manual de Integrações, Vídeos, Memorandos, Manual de Acompanhamento do Programa de Endomarketing, Quadros de Avisos, Jornais Internos Educativos, Cartazes Motivacionais e Caixas de Sugestões.

Fonte: RH.com.br

18 de maio de 2009

X Círculo de Marketing Unilins

No próximo dia 20/5, quarta feira, a coordenação do curso de Marketing da Unilins realizará a décima edição do Círculo de Marketing. Trata-se de uma importante oportunidade para que renomados profissionais da área, professores, alunos e convidados, discutam assuntos relacionados ao marketing e suas funções.

O evento terá início às 19h30, na sala 13 do campus da Unilins e contará com participação dos profissionais Eric Ursini, Supervisor de Marketing, e Carlos Agra, Gerente Comercial, ambos da TV Tem. O assunto a ser abordado será "Mídia televisiva e o mercado publicitário".

O Círculo de Marketing da Unilins é um evento tradicional do curso de Marketing, aberto à participação da comunidade.

Outras informações pelo 0800 771-3200.


Fonte: Unilins

11 de maio de 2009

Como a Oi não para de crescer

Mesmo sem um sócio estrangeiro, a operadora é a única com um crescimento constante e já ameaça as rivais Vivo, Claro e TIM

Portal EXAME - A Oi (ex-Telemar) entrou atrasada no mercado brasileiro de telefonia celular. No entanto, desde o início de suas operações, em 2002, a empresa é a única que apresenta crescimento constante da participação de mercado e já se aproximou das concorrentes Vivo, Claro e TIM. Os resultados do primeiro trimestre, divulgados recentemente pelas operadoras (a exceção da própria Oi que divulga relatório no dia 14/5), mostram que as concorrentes vem perdendo mercado e, segundo preveem analistas, até o final do ano a Oi pode ultrapassar a TIM, que ocupa a terceira posição.

Do total de 154 milhões de assinaturas no Brasil, a Oi detém 20,67% e a TIM conta com 23,49% (veja a evolução no quadro abaixo). A líder Vivo vem registrando queda constante na participação desde 2003, quando respondia por 45,15% do mercado. No primeiro trimestre do ano, ela teve aumento em relação a 2008, mas os 29,9% estão distantes da marca de anos atrás. Nos últimos dois anos, a distância entre Vivo e Oi passou de 13 para 7,9 pontos percentuais.

O impressionante crescimento da Oi se deve a dois fatores que aconteceram no ano passado: o início das operações em São Paulo em outubro e a aquisição da Brasil Telecom (BrT) em abril, que deu à operadora cobertura nacional e a tornou mais forte na competição. O mercado paulista - com grande poder aquisitivo - é onde a Oi mais avançou. Só no primeiro trimestre ela registrou 44,4% do total de adições líquidas da região. Sem São Paulo, as adições da Oi teriam sido de 1,3 milhão, ainda assim a maior entre as principais operadoras. Na capital paulista, ela também é líder na portabilidade.

Além da ampliação de mercado, a estratégia da Oi pegou os clientes pelo bolso. O fim da multa, a venda de chips desvinculados do celular e as promoções de minutos baratos e gratuitos são responsáveis pelo grande número de novas assinaturas, tudo para torná-la líder. Essas medidas vêm sustentando o crescimento da empresa nos últimos quatro anos. "A tendência é que ela ganhe ainda mais participação. As promoções atraem novos usuários e quem está trocando de operadora", diz Raul Aguirre, da consultoria A.T.Kearney.

Onde investir para crescer?

Em relatório, a corretora Brascan afirmou que espera para este ano um número de adições líquidas menor do que as 29,5 milhões registradas em 2008, não apenas em função do cenário macroeconômico, mas também pelo fato da penetração de telefonia móvel no país alcançar 80,56% da população. A participação de mercado ainda é o principal critério para definir a liderança. Com um índice de celulares por habitante muito alto, as operadoras precisam traçar estratégias agressivas para atrair clientes da concorrência.

Para que isso aconteça, elas concentrarão os investimentos em tecnologia e serviços de atendimentos ao cliente como ampliação de lojas e aprimoramento de call-centers. Em 2008, 57% do total de investimentos da Oi foram direcionados à telefonia móvel, num total de 2,6 bilhões de reais, contra 552 milhões do ano anterior. Ainda assim uma cifra tímida perto dos 4 bilhões de reais investidos pela Vivo.

Depois da fracassada estratégia de focar no consumidor de baixa renda, a TIM voltou para os clientes de alto valor. A reestruturação aconteceu no final de 2008 e, por isso, a operadora apresentou um desempenho inferior ao das concorrentes neste início do ano. "Esperamos uma recuperação maior nos próximos trimestres", diz o diretor de Marketing da TIM, Rogério Takanayagi.

Já a Claro apresentou bons resultados no primeiro trimestre com 28,22% do total de adições líquidas e mudança da rede para tecnologia 2,5G e 3G. "Nós buscamos atender bem a todos os tipos de clientes, seja de alto ou baixo valor. O ideal é focar em rentabilidade e na ampliação da participação de mercado", diz Bernardo Winik, diretor de operação da empresa.

Os celulares no Brasil se dividem basicamente em 80% de pré-pagos e 20% de pós-pagos, algo que não deve ser alterado nos próximos anos. Quando entrou no mercado paulista, a Oi apostou pesado nas promoções para a maior fatia do mercado. "Tínhamos que atrair clientes e é no pré-pago que conseguimos isso", explica Flávia Bittencourt. A ideia é fortalecer a marca no estado para que depois haja um investimento na linha pós-paga.

Novos mercados

No dia 23 de abril a Oi anunciou sua primeira oferta para a Região 2, formada por Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal. Assim como fez quando começou sua operação comercial em São Paulo, a operadora decidiu focar, inicialmente, no segmento de clientes pré-pagos na área que antes era atendida pela Brasil Telecom.

As outras operadoras também têm planos para investir em mercados do Nordeste e do Sul. "Rio Grande do Sul, por exemplo, é um mercado onde temos baixa participação. Lá, podemos baixar as tarifas como forma de atrair novos clientes sem prejudicar a receita. Já em São Paulo, onde temos uma alta penetração, a estratégia é focar em clientes que rendam mais", explica Rogério Takanayagi, da TIM.

Em fevereiro, a Vivo passou a cobrir também os estados de Alagoas e Paraíba, ampliando assim sua presença no mercado do nordeste - onde a Oi é líder. O investimento inicial foi de cerca de 103 milhões reais. A Vivo já havia entrado em operação no Ceará e Pernambuco e passou a cobrir o Piauí e o Rio Grande do Norte, onde o investimento gira em torno de 308 milhões de reais. Pode ser difícil para as concorrentes aumentar participação no mercado nordestino frente à estratégia agressiva da Oi. Isso porque a região tem poder aquisitivo menor se comparada a outros lugares do país, o que pode facilitar a penetração da Oi com suas promoções.

Impasses da Oi

A taxa de desligamento de clientes da Oi é a maior entre as principais operadoras - 3,5% contra 2,3% da Vivo. Segundo a operadora, o número se refere à limpeza de clientes da base que durante os últimos três ou seis meses de 2008 não usaram o telefone. Isso significou menos 1 milhão de clientes. A ideia da Oi era começar 2009 com uma base atuante de usuários. O analista Eduardo Tude explica: "Muita gente utiliza a Oi como segunda linha para aproveitar as promoções. Por isso, quando não é mais interessante para o cliente, ele deixa de lado o aparelho. Mesmo assim, o cliente, pelo menos, testou a operadora e pode voltar para ela caso tenha gostado ou indicar para outras pessoas". Outro ponto que conta negativamente para a operadora é o alto índice de reclamações. Segundo a Anatel, em março quando foram divulgados os últimos dados a Oi/BrT lidera em número de reclamações.

A exceção da Oi, as operadoras apostam em redes de distribuição e venda de aparelhos como estratégia para atrair clientes. Todas estão presentes nas principais redes de varejo como Casa Bahia e Lojas Americanas. A Vivo, por exemplo conta com 11.000 pontos de venda de aparelhos e mais de 40.000 para recarga. Há dois anos a Oi deixou de comercializar aparelhos celulares por acreditar não ser o foco da operadora. "Se tivermos um bom serviço, clientes que compraram aparelhos em outras operadoras, certamente mudarão para a Oi se for mais vantajoso", afirma Flávia Bittencourt, diretora de Marketing da operadora. O intenso crescimento da base de usuários parece confirmar as vantagens da Oi. Resta saber se a estratégia será suficiente para levá-la à liderança de mercado no futuro.

Fonte: Portal Exame

6 de maio de 2009

A Classe C que movimenta bilhões

Classe social representa 85% da população brasileira e movimenta
R$620 bilhões por ano.


O crescimento da classe C pode ajudar o setor de cartões de crédito a driblar as dificuldades do mercado, segundo pesquisa realizada pela Avenida Brasil Comunicação. Hoje, essa classe social representa 85% da população brasileira e movimenta R$ 620 bilhões por ano. Segundo o estudo, 69% dos cartões de crédito estão nas mãos de pessoas com renda de até R$ 1,7 mil, o que representa 86,9 milhões de cartões de crédito. Os private label, conhecidos como cartões de loja, são maioria na classe C: 134,9 milhões de cartões, o que significa 78%.

As classes C, D e E movimentaram, no ano passado, R$ 111,8 bilhões em cartões de crédito, o que representa 52% do volume total. “Isso nos leva a crer que o crescimento da classe média e a inserção de classes de renda mais baixa nos meios de pagamentos impulsionará todo o setor nos próximos anos. E as empresas devem ficar atentas à forma de consumir desses novos clientes, oferecendo informações para os consumidores reduzirem o risco de inadimplência”, alertou Renato Meirelles, sócio-diretor da Avenida Brasil.

Para este ano, a previsão é de que haja no Brasil 6,1 bilhões de transações com cartões, segundo levantamento da Abecs (Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços). “A classe C utiliza os cartões de crédito para pagar as contas que estão para vencer enquanto não recebem. Esses créditos curtos servem como capital de giro. Porém, como os limites são baixos, eles não conseguem comprar bens duráveis, como fogão e geladeira. Outra função do cartão de crédito para a classe C é um seguro para momentos de emergência”, explicou Meirelles.

Outro aspecto que o consultor ressaltou é que muitos consumidores dessa faixa de renda estão começando a fazer suas compras pela internet. Hoje, 75% dos internautas têm renda de até cinco salários mínimos e 41% da classe C já fizeram compras pela internet. E 40% dos internautas que compram na rede visitam lojas físicas antes de decidirem pela compra na internet.

Geração C

Os jovens da classe C estão sendo chamados de Geração C e são 32 milhões de consumidores. Desses jovens, 53% têm cartão de crédito; 81,3% querem comprar carro; 54,2% sonham em viajar para o exterior; 59,1% pensam em trocar de computador; e 54,8% querem ter negócio próprio.

A publicidade para a classe C é algo que deve ser revisto, segundo Meirelles. Para o consultor, a comunicação voltada para esse público é falha porque se utiliza de conceitos que não são interpretados corretamente por esses consumidores. “As referências são diferentes; a educação e a cultura também. O que é óbvio para as classes A e B está longe de ser óbvio para a classe C”, explicou Meirelles.

O conselho do consultor é utilizar o que ele chama inteligente, simples e objetivo. “Por isso os bancos foram correndo buscar parcerias com o varejo porque o varejo tem credibilidade e sabe se comunicar com a classe C”, concluiu Meirelles.


Por Maria Fernanda Malozzi
Fonte: PropMark (www.propmark.com.br)
HSM Online

5 de maio de 2009

O cliente sempre tem razão?

One to one quer dizer relacionar-se com clientes de forma individual, um cliente de dada vez. Assim, conhecendo cada um de nossos clientes, podemos identificar suas necessidades e tratá-los de forma individualizada. One to one, em poucas palavras, significa simplesmente “tratar clientes diferentes de forma diferente”. Os clientes são diferentes. Ignorar as diferenças, ou não saber quais são elas, não as elimina e não faz os clientes todos iguais. Porém, desde já o leitor deve aprender que one to one não é para todos os clientes. Nenhuma empresa consegue manter esse tipo de relação com todos os clientes simplesmente porque não há recursos para tal.

Tratar clientes diferentes de forma diferente implica que o dito “O cliente tem sempre razão”, embora utilizado como mantra de muitos, não pode ser válido. Pense bem. Há clientes que seguramente lhe dão lucro e outros que seguramente lhe dão prejuízo, certo? Como ambos podem sempre ter razão? É claro que a maioria das empresas não sabe quem são eles, mas a ignorância não elimina o fato: as diferenças existem. O dito deve ser mudado para “Alguns clientes sempre têm razão. Mesmo que não tenham.” e “Alguns clientes nunca têm razão. Mesmo que tenham”.

Quem sempre tem razão? Os clientes de maior valor para a empresa, independentemente do que quer dizer valor para a empresa em questão. Claro que esse radicalismo busca apenas tornar as coisas mais claras. Na vida, a realidade não é assim, branca ou preta, mas um espectro de tons de cinza. O que deve ser questionado é como implementar essa máxima. Com que recursos? Mas atenção, diferenciar clientes nunca significa tratar mal qualquer um deles! Significa tratar bem todos e melhor os melhores.

Por Peppers & Rogers Group - Extraído do boletim do Peppers & Rogers Group – www.1to1.com.br

22 de abril de 2009

O novo consumidor brasileiro

O comportamento do consumidor mudou ao longo dos últimos anos, por conta da evolução do mercado de crédito e do crescimento da massa salarial. De acordo com o professor da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo) e diretor presidente do Instituto Fractal, Celso Grisi, o brasileiro sempre checa preços, prefere pagar à vista, preza pela qualidade e prepara uma lista, antes das compras.

Outro ponto relevante que ele detectou, com base em pesquisas realizadas pelo instituto que dirige, é que a família é levada em consideração na hora da compra. "Os consumidores dizem que a família é muito importante e que fazem tudo por ela", afirmou, durante o CCMCC (Congresso Consumidor Moderno de Crédito, Cobrança e Meios de Pagamento).

Como o brasileiro consome?
Confira abaixo as características do novo consumidor brasileiro, citadas por Grisi:
  • Racional e exigente;
  • Prefere produtos com qualidade suficiente, mas com preço baixo;
  • É mais sensível a preços. Se preço aumenta, ele troca para outro similar;
  • Tem consciência sobre o valor da moeda;
  • Está menos vulnerável ao poder da marca;
  • Menos fiel a produtos e marcas, então, quem conceder descontos sai na frente;
  • Gasta a maioria do seu orçamento com produtos familiares e para consumo dentro do domicílio;
  • Está mais voltado para o consumo em casa.
Mercado de crédito
Em relação à tomada de crédito, o professor afirmou que, enquanto as classes sociais mais altas notam as taxas de juros cobradas, aquelas mais baixas prestam mais atenção à parcela e ao prazo.

De acordo com Grisi, o mercado de crédito deve estar atento a esses dados, para poder trabalhar com esses valores e conquistar clientes. A renda no Brasil, atualmente, está em R$ 1,5 trilhão, sendo que 60% se concentram no Sudeste do País.

Fica o desafio, para o mercado de crédito, de localizar as demandas geograficamente, investir em regiões periféricas e fazer acordos com estabelecimentos comerciais.

Por Flávia Furlan Nunes - InfoMoney

31 de março de 2009

Estudo diz que mulheres gastam mais no período pré-menstrual

Há quem diga que as mulheres ficam insuportáveis no período pré-menstrual, a famosa TPM. Se aproveitando ou não desta situação, um estudo realizado na Grã-Bretanha diz que elas ficam mais consumistas nesta época.
Dez dias antes da menstruação, elas passam a fazer compras extravagantes porque passam por um período chamado fase lútea, quando têm menos controle do dinheiro que gastam.

A pesquisa, que foi realizada na Universidade de Hertfordshire, no centro-leste da Inglaterra, diz que essa é a maneira mais fácil para elas lidarem com as emoções que as deixam para baixo nessa época. Quanto mais perto da menstruação, mais impulsivas elas se tornam e mais dinheiro gastam.

A equipe que realizou a pesquisa entrevistou 443 mulheres, entre 18 e 50 anos de idade, perguntando a elas sobre os hábitos de compras. Quase 60% de 153 voluntárias afirmaram ter feito compras por puro impulso. Mais da metade delas gastaram mais de 25 libras, aproximadamente 81 reais, e outras confessaram ter gasto mais de 250 libras, quase 815 reais. As comprinhas prediletas nessa hora são joias, maquiagem e sapatos de salto alto. Talvez estes itens expliquem o fato da auto-estima da mulher, que se sentem deprimidas e estressadas no período menstrual. Depois que a ficha de quanto elas gastaram caiu, muitas confessaram ter sentido remorso.

Segundo o estudo, essas emoções durante o ciclo são consequências das variações hormonais que chegam a afetar a parte do cérebro que é ligado às emoções e ao controle inibitório.

Um estudo feito anteriormente por pesquisadores norte-americanos, confirmou que as mulheres tendem a se vestir melhor e usar acessórios mais chamativos quando estão ovulando. A pesquisa ainda provou que o homens as acham mais atraentes durante o período fértil.

20 de março de 2009

10 erros em um ponto de venda

Num ponto de venda é essencial criar estímulos aos potenciais clientes. Daí, que a atmosfera geral deva ser aproveitada como meio de chamar a atenção. Saiba como evitar alguns dos erros mais comuns.

1. Descuidar da vitrine
A vitrine deverá ser transformada num permanente convite. Colocar uma espécie de cada um dos produtos, num amontoado confuso, é um erro muito comum. A vitrine não é um catálogo. Pense como se fosse um consumidor: uma vitrine clara, em que se perceba o que é vendido com duas ou três mensagens claras como os de promoção, novidade, exclusivo, por exemplo.

2. Iluminação deficiente
É desagradável entrar numa loja que se encontra em ambiente de autêntica penumbra. É, certamente, uma péssima primeira impressão. Também o será se, ao entrar, o cliente tiver a sensação que levou com um flash nos olhos, tal a intensidade da luz. No equilíbrio está a virtude, e esse equilíbrio será diferente em cada caso e para cada tipo de produtos ou serviços que se pretende vender.

3. Não cuidar da temperatura
Um ponto de venda deverá sempre procurar reter durante o máximo de tempo possível os clientes no seu interior. Se não investir num sistema de refrigeração adequado, poderá deparar-se com situações em que no interior do seu estabelecimento esteja mais quente do que no exterior, o que é um convite à saída...

4. Cores desajustadas
Não chocar, nem ser agressivo ao escolher as cores base do seu ponto de venda são decisões extremamente importantes. As cores fazem parte de todo o ambiente. E, certamente, você quer um ambiente agradável e facilitador dos contatos e das vendas. Cores que distraem a atenção do cliente é um erro. Mas também a ausência de cor ou cores demasiado deslavadas, "anônimas", dá certo desconforto, por isso precisam ser evitadas.

5. Não utilizar de simpatia
Evite perguntas como:

- Deseja alguma coisa?
- Posso lhe ser útil?

Pois, se o cliente entrou no seu ponto de venda, certamente, deseja alguma coisa, nem que seja uma informação. Não se irrite com as perguntas tolas, procure entender que o cliente possa ter dificuldade em explicar e seja sempre prestativo, nem que seja para chamar um táxi ou para indicar uma rua. Lembre-se que o mais importante é segurar o consumidor e deixar a sensação de que valerá a pena retornar àquele estabelecimento.

6. Layout inadequado
Ao entrar no ponto de venda, o cliente tem que perceber, automaticamente e com facilidade, onde é o atendimento e onde estão expostos os artigos. Evite aquelas disposições de espaços nas quais não se sabe bem onde começa o expositor e o estoque, ou onde apenas a pessoa do atendimento é capaz de discernir onde está o produto, levando o cliente a ter de contatar sempre com ela. Neste caso, perderá o cliente ocasional, que entra para dar "uma olhadela". Este sairá de imediato, pois não percebe nada que lhe interesse, unicamente devido à disposição interior do ponto de venda.

7. Dar informações erradas
Se, na vitrine, há uma mensagem de desconto, cujo prazo já está acabado, o cliente que se interessou por ela será perdido. É também um erro grave dar informações diferentes daquelas que estão indicadas na etiqueta ou no folheto técnico. Os clientes, mais cedo ou mais tarde, tomarão consciência de que houve engano e o prejudicado será sempre o ponto de venda. A má e a boa fama vivem, muito, do "boca-a-boca", e um erro desses pode atingir gravemente o seu negócio.

8. Não renovar regularmente a imagem geral
Uma vez ganho o cliente, a sensação de que a loja está sempre na mesma - no sentido da decoração, vitrine e produtos expostos -, certamente, não ajuda a atrai-lo e fazê-lo voltar, pois este já sabe que não encontrará nada de novo. Uma "remodelada", de vez em quando, pode estimular a atração de novos clientes e levar os consumidores habituais a interessarem-se pelas novidades.

9. Não cuidar dos estoques
Se alguns produtos não têm a saída esperada, não os deixe ir amontoando indefinidamente. Isso, certamente, dará um ar de imobilismo, que deve ser evitado, além de poder trazer problemas de espaço e de arrumação. Vale tentar "desová-los" com descontos ou saldos. Pelo menos, sempre salva alguma coisa e o prejuízo será menor, podendo, além disso, ganhar clientes para melhores ocasiões.

10. Descuidar da formação do pessoal
Dá péssima impressão um vendedor apenas saber o preço do produto que o cliente deseja e desconhecer as suas características e seus principais benefícios. A formação do pessoal é uma necessidade óbvia, em termos de qualidade de atendimento, capacidade de informação e técnicas de vendas, fatores que poderão proporcionar melhores resultados.

"Muitas vezes não se vende. O cliente é que compra". Esse talvez seja, ainda hoje, um dos um dos principais erros nos pontos de venda. É um erro também muito comum não olhar as práticas e estratégias da concorrência, retirando dali os ensinamentos positivos que se poderão aplicar no nosso ponto de venda. A diferenciação, a atenção ao cliente, toda a questão do espaço de venda são também fatores que não podem ser descuidados.

Aquilo que chamamos merchandising - que abarca conceitos e práticas que vão desde o vitrinismo ao layout dos espaços interiores, às cores, entre outros -, são aspectos ainda muito descuidados no comércio atual.

O atendimento é ainda o fator que faz a grande diferença. "O prazer em receber, a atenção ao cliente e a simpatia são os elementos que nos cativam como consumidores, mas que tantas vezes estão ausentes de grande parte dos pontos de venda". Daí que a grande aposta deverá ser o reforço nestes componentes, principalmente através da formação do pessoal.

Nota-se já, sobretudo entre os mais novos, uma nova imagem do comércio, fruto da aposta no profissionalismo e na adoção de tecnologias que potencializam os resultados positivos, e que têm estado ausentes do comércio em geral, basicamente dos pequenos pontos de venda.

José Carmo Vieira de Oliviera
Consultor - Sebrae-SP