Você já reparou que o nosso tempo está cada vez menor? Notou que os meses estão voando, os dias encurtando, as horas desaparecendo, e, quando olhamos o relógio, o nosso dia chegou ao fim e nem terminamos o que precisávamos fazer, acumulando trabalho, atrasando compromissos ou deixando de fazer algo pessoal por administrarmos mal o nosso tempo?Administrar é algo tão antigo quanto a própria história da humanidade, e o tempo foi fator primordial para as civilizações, pois através dele que se basearam muitas histórias, pois o tempo foi a base para planejamentos; no caso de quantos dias ficariam no mar, para levar mantimentos e demais suprimentos. Serviu de estratégia; para no cair da noite ou de madrugada, surpreender e derrotar os inimigos enquanto descansavam. Serviu de motivação; em forma de promessa, chegará o tempo que deixarão de serem escravos.
E assim foi, a palavra tempo, com tantos significados, para muitos povos, tribos, pessoas, cada um carregando uma forma de lidar com essa palavra, que no passado, era um grande aliado, hoje, em pleno século 21, tira o sono de muitos. Pois ele faz empresas perderem clientes, empregados perderem seus empregos, pais perderem a admiração dos filhos porque não foram assistir sua apresentação de dança na escola ou chegaram quando tudo terminou, porque não teve tempo de chegar antes...
O que será que estamos perdendo? Que importância damos a essas perdas? Como administramos o nosso tempo? O dia tem 1.440 minutos, e todos são muito preciosos para serem desperdiçados. Trabalho, família, religião, amigos, lazer, estudo, são tantas áreas de nossa vida que precisamos cuidar, que parece que não vamos dar conta do recado. O importante é nos dedicarmos o máximo em tudo, de modo que o nosso tempo seja bem aproveitado onde estivermos, e isso é ser inteligente, e usar essa inteligência é administrar o tempo que temos.
Será que chegou o tempo de planejarmos nossas vidas para o sucesso de uma maneira estratégica, procurando a motivação necessária para não só administrar esse tempo, mas nos tornarmos amigos dele?
Por: Jairo César Pereira








