ADMINISTRAÇÃO: O GRANDE SEGREDO ESTÁ NO ÓBVIO

Administração: o grande segredo está no óbvio Entenda com Peter Drucker por que o caminho para os grandes resultados não está nas fórmulas complicadas, mas sim nas mais simples Para se conhecer a essência da Administração, nada melhor do que recorrer a Peter Drucker, considerado o guru dos gurus.

DEZ DICAS PARA SE DAR BEM NO AMBIENTE CORPORATIVO

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OS 7 ELEMENTOS QUE FORMAM UMA MARCA

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7 CARACTERÍSTICAS DE PROFISSIONAIS INDISPENSÁVEIS

De acordo com especialistas, entregar resultados é essencial, mas não é tudo; veja o que também importa para ter uma carreira de sucesso. Profissionais com um currículo de tirar o fôlego e

15 de maio de 2009

Detalhes no ambiente de trabalho podem afetar a produtividade dos funcionários

Como é a iluminação do seu ambiente de trabalho? Muito escura ou clara até demais? Pode parecer um detalhe, mas muitas empresas não sabem que a iluminação pode afetar a produtividade da equipe.

"O excesso de luz é um problema comum nas empresas e pode produzir uma sensação de desconforto e causar irritação. Além disso, um nível inadequado de iluminação nos ambientes comerciais pode provocar a redução da produtividade dos funcionários", afirmou a lighting designer da Plano Luz, Silvia Pierri.

Silvia lembra também que existem normas, no caso, a NBR-5413 e a NR-9, que determinam os níveis ideais para os locais internos de trabalho.

Como ter uma iluminação adequada?

De acordo com a designer, os projetos de iluminação devem se preocupar com o tipo de tarefa que será realizada no local. Outro aspecto importante é que esses projetos devem explorar ou conter a iluminação natural, podendo se valer ainda de cores para tornar o ambiente menos monótono.

"Se uma iluminação inadequada atinge quem trabalha no local, ela também pode deixar uma imagem negativa da marca e do produto junto ao público [no caso de empresas que recebem clientes em sua sede]".

Economia

Silvia alerta ainda que uma simples atualização das instalações elétricas, com a utilização de produtos adequados, pode gerar uma economia de até 30% na conta de luz das empresas.

Outra medida bastante aplicada é substituir as lâmpadas existentes por lâmpadas com menos potência, mas que fornecem o mesmo nível de luz com menor consumo de energia. "No caso das lâmpadas fluorescentes, muita gente já percebeu que embora custem um pouco mais, a durabilidade é até 60% maior, trazendo uma economia a longo prazo", conclui Silvia.

Por Luana Cristina de Lima Magalhães - InfoMoney

13 de maio de 2009

Competindo com a garotada

No filme "À procura da felicidade", Chris Gardner (Will Smith) é um desempregado com sérios problemas financeiros, que busca uma carreira estável para poder sustentar o filho. Eis que surge uma oportunidade para estagiar no setor de vendas de uma grande empresa. Mas ele se depara com um desafio: competir com jovens que têm muito mais tempo e condições para estudar e se dedicar ao trabalho do que ele.

O filme traz um dilema da vida real não muito comum, pois poucos são aqueles corajosos o bastante para, após anos de carreira, começar do zero e mudar de área, justamente à procura da felicidade, como insinua o filme.

A verdade é que está cada vez mais difícil competir com os jovens que estão entrando para o mercado de trabalho agora. Eles parecem ser mais criativos, arrojados, ariscos, desafiadores. Isso sem falar da vocação para lidar com a tecnologia, já que cresceram diante do mundo virtual.

Competindo com a garotada

O gerente da Robert Half, Roberto Britto, diz que os profissionais que decidem recomeçar em um patamar mais baixo em suas carreiras, e se veem diante da necessidade de competir com os mais jovens, não devem ser reféns dessa situação. "Trace uma meta a ser atingida e construa os caminhos para tal", aconselha.

"O que não pode é não ter garra e vontade, porque isso muitos profissionais da geração Y (que hoje têm entre 20 e 30 anos) têm de sobra", acrescenta. "Eles visam ao retorno mais rápido de seus esforços e ficam impacientes diante da demora da promoção", garante o especialista.

Use sua bagagem!

A principal dica de Britto é: concilie os pontos positivos da geração Y com seus próprios pontos fortes e obterá resultados rapidamente. As pessoas com mais tempo de estrada têm a experiência tanto profissional quanto de vida a seu favor; costumam agir com mais maturidade no ambiente profissional e, no momento atual, contam com uma vantagem valiosa: já passaram por outras crises econômicas, de forma que não estão apavoradas ou temerosas. E as empresas estão precisando dessa tranquilidade.

"Aproveite o convívio com os mais jovens para abrir a cabeça e absorver seus inusitados pontos de vista e conhecimentos", diz Britto, que citou como exemplo a ligação dessa geração com as redes sociais, ferramenta muito útil para conhecer pessoas e ampliar a rede de relacionamentos profissionais.

Não importa o quanto saiba, seja humilde!

Outro conselho é: seja humilde e flexível. "O profissional com mais anos de estrada não pode ser inflexível apenas porque é mais experiente, ou porque acredita que sabe mais. Aprenda com a garotada, para que possa ter mais vantagens competitivas". Por fim, não se esqueça que é essencial saber trabalhar em equipe e "se misturar", se quiser ser bem-sucedido neste desafio.

Por Karin Sato - InfoMoney

11 de maio de 2009

O planejamento estratégico

Nas últimas décadas, a expressão “planejamento estratégico” é presença constante nas discussões sobre gestão, qualquer que seja o tipo de empresa, de prestadoras de serviços a produtoras de bens, de organizações públicas a privadas, de micro a grandes instituições. A despeito da suposta adoção maciça desta prática, a crise mundial pegou muitos setores desprevenidos. Será que eles não tinham um planejamento estratégico ou este não foi devidamente elaborado?

Podemos dizer que as micro e pequenas empresas não têm um planejamento estratégico formal, ou seja, elaborado por meio de um modelo que facilite a tomada de decisões. É possível, também, afirmar que as grandes empresas, que costumam ter este tipo de plano, mas ainda assim se encontram em apuros, talvez não tenham previsto os riscos do mercado financeiro e suas conseqüências drásticas para a economia real. No entanto, é incomum entre os especialistas em gestão atribuir estes resultados negativos não ao modelo adotado, mas à equivocada consecução do que foi planejado.

Se houve falha no detalhamento das diretrizes, isto pode denotar falta de visão do planejador. Porém, a organização pode não ter cumprido com o que foi planejado. No primeiro caso temos um problema individual, originado exclusivamente por aquele que planejou. No segundo caso, a questão se coloca de modo coletivo, pois a maioria dos funcionários provavelmente deixou de cumprir com que estava estabelecido, ou não o executou corretamente.

Este fato é mais corriqueiro do que se poderia imaginar. Um dos motivos mais frequentes é que as empresas que se vêem às voltas com uma série complexa de metas a serem atingidas tendem a ser dispersivas no cumprimento destas. Por outro lado, organizações que definem um número mais modesto de objetivos podem direcionar seus esforços com mais propriedade.

Outra face deste problema é a falta de correta tradução das metas da empresa na forma de tarefas simples e que todos os funcionários sejam capazes de entender – quando não há compreensão de “onde se quer chegar” o “como chegar”, qualquer caminho escolhido ou resultado que se obtenha será considerado válido.

No centro desta questão do planejamento deve ser transmitida, de modo bem claro, a idéia de qualidade que os funcionários devem perceber e adotar ao executar suas tarefas. Isto pode ter vários nomes na empresa. Comprometimento é um deles, mas também podemos citar: remuneração adequada, liderança, motivação, descentralização de decisões e assim por diante.

Em síntese, a mensagem que desejamos deixar é esta: sem planejamento não se chega a lugar algum! Sobre isso não resta qualquer dúvida, assim como o fato de que planejar é uma arte. O que boa parte das pessoas ainda não entendeu muito bem é que nem o melhor planejamento do mundo trará resultados se não for implantado corretamente – e isto depende do empenho de todos os funcionários, que devem estar devidamente municiados de informações.

Ainda que, muitas vezes, os resultados de um bom planejamento demorem a ser atingidos, a receita é muito simples:

  1. Definir um número reduzido de metas para a organização e fazê-lo de modo claro;
  2. Traduzir estas metas em tarefas compreensíveis por todas as áreas que compõem a empresa;
  3. Capacitar constantemente os colaboradores para que estes possam cumprir suas tarefas;
  4. Desenvolver processos de liderança, motivação e trabalho em equipes;
  5. Controlar os resultados e corrigir rapidamente as distorções.

Por Paulo Roberto Lucas de Oliveira (economista, consultor empresarial em planejamento e gestão estratégica de negócios e coordenador de pós-graduação das Faculdades Rio Branco)